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Archive for 2 de dezembro de 2009

>A "folga" do bichano!

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Isso é todo santo dia!
Enquanto estou trabalhando aqui no ateliê, essa criatura adorável de pêlos se acomoda em cima das minhas coisas… rs. Pelo menos ele elegeu uma sacola plástica, pior seria se fosse algum tecido. Por isso o cuidado redobrado para guardar tudo de modo que nem ele nem a viralatex se aninhem sobre os meus “preciosos”.

Eduardo (ou melhor, Dudu) é a minha companhia de todas as horas. Ele já tem 12 anos de idade, mas parece um garotão… rs. Já a Elvira (ou melhor, Vivi) é um pouco anti-social e vive entocada em algum buraco do apto. Vez ou outra ela vem, sobe em alguma caixa e se instala, mas é bem raro. Aliás, este mês ela faz 6 anos e ainda parece uma filhote sem vergonha… rs.

Dudu é bem mais companheiro e gosta de ficar perto das pessoas. Vivi é cheia de “não me toques” e quando temos visita ela mal aparece. Ela só se sente a vontade com outras pessoas (e olhe lá) quando já meio que conhece o visitante e se acostuma com a sua presença.

Eduardo veio para nós quando já tinha 1 ano de vida, ele é um siamês legítimo, tem pedigree e sua antiga dona era uma senhora que morava aqui na minha cidade, mas que precisou mudar de país e não teve condições de levá-lo junto. A Elvira é uma legítima vira-lata toda malhadinha que foi encontrada numa avenida em Teresópolis junto com o irmão. Duas veterinárias passaram na hora e viram os dois animaizinhos desabrigados pegando chuva e passando frio… Elas os pegaram e a Vivi veio para mim com menos de um mês de vida. Era tão fraca, sem pelos, desnutrida, que todo mundo que a via achava que ela não fosse “vingar”. Mas nada que amor, carinho e cuidados não resolvessem. Mesmo assim, até hoje ela tem dificuldades de “fala”… rsrs… seu miado é estranho e quando era pequenininha ela era muda, literalmente. Demorou bastante para sair o som da sua “voz” e quando isso aconteceu, ela nos mostrou um miado rouco e falho.

Mesmo mais velhos, os dois aprontam horrores por aqui. Muitas vezes, na madrugada, ouvimos barulhos “estranhos” pela casa… Justamente essa é a hora que eles resolvem brincar já que passam o dia inteiro neste estado vegetativo aí da foto.. rs. São umas figuras!

Dudu também é adepto da nossa varanda. Passa horas pegando sol e tirando sonecas por ali. Já Vivi tem um pouco de medo de altura (mesmo estando no primeiro andar do prédio)… ela só visita a varanda para ver as modas e sai rapidamente.

Eu cheguei a conclusão de que eles aproveitam os horários que o meu filho está fora de casa para poderem descansar, já que não têm trégua quando o moleque chega do colégio… Literalmente eles são obrigados a aturar as implicâncias!!! E pergunta se eles não gostam? Quando meu filho fica fora de casa por uns dias, Dudu é o primeiro a me perguntar “cadê ele?”… Claro que num idioma que só eu entendo… rs.

Como posso me sentir sozinha?! Impossível!

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Ainda nas minhas tardes na varanda, capturei algumas cenas desta terça-feira!
A rua totalmente tranquila… mas numa tarde gostosa como esta vale levar o cãozinho para passear.
Telefones públicos que muitas vezes me acordam pela manhã… rs. Sem querer, já escutei juras de amor, discussões, decisões e uma infinidade de temas… rs. Não sou fofoqueira, mas é impossível não ouvir nada quando eles estão localizados abaixo da janela do meu quarto!
A girafa e o sapo formam um casal super patriota aqui em uma das prateleiras do meu ateliê. O sapinho ganhei de uma amiga querida e a girafete foi feita por mim. Dupla que não pode faltar!
Esta é a árvore cheirosa que mora aqui do lado. Alguém sabe o nome dela? Algumas florzinhas já estão começando a definhar. O mais bacana é que o cheirinho não é nada enjoativo, ao contrário, é super delicado e perfuma a minha varandinha.
Caixas prontas para seguirem viagem… Ainda tem mais um monte no outro canto também aguardando sua vez! Preciso das minhas férias, urgente! rs
Já deu para perceber que gosto mesmo de uma varanda… rs. Esta é a futura varanda de alguém que provavelmente será meu vizinho (isso se eu não me mudar antes!). Às vezes, algum pedreiro usa essa cadeirinha solitária… Ainda estão finalizando as obras. Enquanto isso, ouço barulhos nada agradáveis de ferramentas nada silenciosas… rs.

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>Tenho passado algumas horas na minha varanda. Engraçado que nestes quase cinco anos que vivo aqui nunca frequentei tanto esse espaço da casa como tenho feito ultimamente. Hoje, passei a tarde sentada na minha cadeirinha e usando a mesinha de plástico que fica na varanda, costurando à mão parte das encomendas e vendo o movimento dos carros e pessoas.

Meu filho ficou até entusiasmado e trouxe o dever de casa para fazer ali, junto comigo. E assim ficamos nós, cada um com o seu ofício. A tarde começava a se despedir e eu, ansiosa, esperava por ela… A Lua! Eu sabia que seria mais um espetáculo e preparei a câmera. Minutos depois, eis que surge a soberana e imponente Luna. Me arrepiei!

Foi um momento mágico observar sua chegada sentindo o cheirinho do incenso de canela que meu filho escolheu para esta ocasião. Eis que foquei a câmera e desliguei o flash… Ei-la! Quando a lua se torna sol e o sol se torna lua… Somos todos um!

Nesse momento, lembrei-me de uma música da Rita Lee que diz assim:

Quando a Lua apareceu, ninguém sonhava mais do que eu
Já era tarde, mas a noite é uma criança distraída


Depois que eu envelhecer
ninguém precisa mais me dizer
Como é estranho ser humano
nessas horas de partida


É o fim da picada
Depois de uma estrada começa uma grande avenida
No fim da avenina
Existe uma chance, uma sorte, uma nova saída


São coisas da vida
E a gente se olha e não sabe se vai ou se fica


Qual é a moral?
Qual vai ser o final dessa história?


Eu não tenho nada para dizer, por isso digo
Que eu não tenho muito a perder, por isso jogo
Eu não tenho hora para morrer, por isso sonho


Ahhh, Ahhhh, são coisas da vida
E a gente se olha e não sabe se vai ou se fica... ♫

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