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Archive for 3 de dezembro de 2009

>Vídeos que emocionam!

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Há algum tempo atrás postei este vídeo no meu outro blog e fazia tempo que não o assistia. Mas, todas as vezes que o assisto, não consigo me conter em lágrimas…
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Hoje eu me deixei ficar um pouquinho mais na cama pela manhã. Resolvi que o dia, apesar do trabalho e do cronograma apertado, seria relax.

Então, munida dos meus materiais de costura, vou alinhavando cada peça, sem pressa…

Riscar os moldes, como quem desenha uma obra de arte… bem devagar, sentindo o lápis subir e descer, como se formassem montanhas!

Deixo o ritmo do balanço das árvores guiar minhas mãos, pois a brisa é suave. Os dedos bailam no ir e vir da agulha. Sinto a tranquilidade…

Dezembro mal começou e já é possível sentirmos a agitação. O trânsito parece estar mais caótico, as pessoas andam ligeiro nas calçadas e, apesar da minha rotina, vou calma pelas ruas da cidade, prestando atenção em tudo o que passa.

Às vezes, é importante não seguir a manada.
Às vezes, num simples caminhar, aceleramos o passo para acompanhar quem está com pressa.
E, muitas vezes, não nos damos conta do porquê estamos correndo tanto assim.

Buscando na memória não me recordo de ter começado um mês de dezembro de forma tranquila. Na verdade, a tranquilidade a que me refiro é aquela que vem de dentro. E estranhamente, estou super na paz!

Mesmo quando chegamos ao ponto de ter um trabalho massante nas mãos é preciso aproveitar cada segundo de desempenho e tirar prazer disso. Veja: quando você percebe já finalizou muita coisa, já adiantou outras e tudo fluiu de forma amena, sem estresses. Eu tô numa boa!

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>Ontem foi um dos dias mais agitados para mim. Fiz tantas coisas que nem eu mesma estou acreditando que consegui. Inclusive, achei havia perdido a aula de hidroginástica mas lembrei que eu poderia fazê-la no último horário do dia, ou seja, as 20h. É a partir daí que o meu relato começa.

Primeiro quero dizer que o meu filho não é nenhum Phd em educação, tanto que sempre estou chamando a atenção dele e todas as vezes que saímos de casa eu lhe dou instruções. Não tolero nem um pouco criança abusada, mal educada e comportamentos do gênero. Também não gostaria de ter que criticar ninguém, embora soará como crítica, porque a gente realmente não sabe o que acontece dentro da dinâmica de certas famílias. Enfim… vamos ao relato:

Fui para a hidroginástica e, como o meu marido não havia chegado do trabalho, levei meu filho comigo. Chegando lá ele encontrou outras crianças, pois imaginei que ocorrera o mesmo com algumas mães que estavam ali. Para não abrirem mão da aula tiveram que levar as crianças junto. Até aí nada demais.

Entramos na piscina e o começamos a aula, quando notei que uma menina de mais ou menos uns 4 ou 5 anos estava observando sua mãe pela grade. Não contente, e talvez pelo calor incrível que fez ontem, ela foi se chegando, se chegando e entrou na área de piscina. O professor já olhava com certa preocupação aquela cena, mas não disse nada, certamente aguardando a mãe falar alguma coisa ou chamar a atenção da criança. Como ninguém disse nada, a menina se sentou na borda da piscina e colocou os pés para dentro começando a batê-los contra a água. A mãe nada disse e dava risadinhas sem graça como quem diz “Criança é assim mesmo, fazer o que?”.

Alguns minutos se passaram e o professor repreendeu a menina dizendo que ela não poderia ficar ali, que era perigoso e que ela poderia cair dentro da piscina. Entrou por um ouvido e saiu pelo outro, e a mãe no mesmo esquema: nada falava e risadinhas sem graça. Aquilo já começou a me irritar!

O professor não se conteve, foi até a menina e a tirou dali. A criança gritava e dava chiliques… A mãe, a passividade em pessoa. Várias vezes, o professor teve que interromper a aula ou deixar a gente fazendo o mesmo exercício um pouco mais de tempo para poder retirar a menina do local. Ele fechava o portãozinho que separa a piscina para que ela não entrasse, mas não resolvia. Até que ele a deixou ficar sentada num dos degraus de entrada e pediu novamente para ela ficar ali e não entrar mais.

A mãe… um túmulo!

Não satisfeita a garota pegou um dos brinquedinhos que estava em sua mão e atirou dentro da piscina. Em seguida começou a ladainha:
“Mãeeeeeeeeee, pega meu caranguejo que caiu na piscina? Ohhh mãe, pegaaaa!”… e bla bla bla… 
A mãe dizia baixinho que naquele momento não ia pegar e a filha gritava do outro lado da piscina que ela tinha que pegar e tinha que pagar AGORA. Isso durou alguns minutos, até que o professor pegou o brinquedo dela e finalmente a retirou dali. Não satisfeita ainda, a criança deu a volta e foi mexer em outras coisas… e como ela devia ser a insatisfação em pessoa no quesito de ser inconveniente, foi perturbar o outro professor e outros alunos na parte de musculação.

Sinceramente, a minha vontade foi virar para trás e dar um tapa de mão aberta nessa mãe. Duvido um filho meu ou uma criança qualquer falar assim comigo! Não fala mesmo! Mas cada um sabe como agir, cada um tem um jeito. 

O que será que acontece para certas mães serem tão passivas e deixarem seus filhos a fazerem de gato e sapato? O que será que acontece para certas crianças serem tão mal educadas e inconvenientes?

Eu fiquei tão pasma com a situação! Quando a aula acabou (e eu estava rezando mesmo pra acabar e eu ir embora), meu filho virou para mim e perguntou: “Mãe, você viu que garotinha mal criada?”.. Até ele percebeu! Aliás não tinha como não se incomodar com aquelas cenas.

Muito feio!

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