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Archive for 4 de dezembro de 2009

>O final de semana começou assim… céu fechado, chuvinha e um ventinho gostoso. O calorão deu uma trégua e o clima está super agradável. Só estou um pouco triste porque no domingo será a festa de final de ano que a empresa do meu marido sempre promove e o tempo não vai colaborar. Como eles já fizeram a reserva faz tempo, creio que não poderão adiar e ninguém vai poder aproveitar os campos de futebol, piscina, e as áreas descobertas do local.

Lá é tão lindo e se chover e fizer frio realmente vai “esfriar” a festa que dura o dia inteiro. De acordo com o site climatempo o domingo será chuvoso e fará entre 19ºC e  27ºC. O tempo só vai começar a melhorar na terça-feira… humpf… quarta-feira também vai chover (meu aniversário sempre chove! Disse minha mãe que quando eu nasci também estava chovendo).

Sintam as nuvens pesadas!!
Enquanto eu estava trabalhando aqui no ateliê, um beija-flor veio me visitar… Chuvinha fininha e ele pegando uma fresquinha… rs.
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Conheci o blog da Somnia através da Beth e adorei a idéia de postar uma foto e contar um pouco das lembranças que a mesma evoca. Idéia da Somnia que acabei “abraçando”. Eis o meu relato:

Essa foto foi tirada pelo meu marido no feriado de Páscoa do ano de 2007. Viajamos para Penedo/RJ. A viagem foi uma promessa que fiz ao meu filho que na época tinha seis anos de idade.

Lembro que no Natal de 2006, meu filho ficou tão fascinado com o Papai Noel que eu prometi que qualquer dia o levaria para conhecê-lo. Ele ficou contando os dias e sempre me perguntava quando chegaria o grande momento. Assim, esperamos passar a agitação das festas de final de ano e também o carnaval e agendamos a viagem para o próximo feriadão que estivéssemos disponíveis. Resolvemos que seria na Páscoa e logo reservamos o hotel e todo o resto.

Sei que é meio estranho visitar o bom velhinho fora de época, mas tudo vale a pena quando a recompensa é o sorriso de uma criança. E até meu filho me perguntou: “Mãe, se a gente está indo ver o Papai Noel na Páscoa, no Natal a gente vai visitar o coelhinho?”… Morri de rir!

Dias antes da nossa viagem eu fiquei muito doente. Tive uma alergia generalizada, urticárias espalhadas no corpo inteiro que mal conseguia andar, me vestir e levar uma vida normal. Até hoje os médicos não conseguiram diagnosticar a origem desse processo alérgico e apenas era possível controlar a base de remédios fortíssimos que me causavam enjôo e me fizeram inchar todo o corpo. O momento de arrumar as malas estava chegando e minha preocupação maior era não decepcionar o meu filho que mal dormia de ansiedade para conhecer o Papai Noel.

Assim, munida de um arsenal de remédios e com os endereços de clínicas próximas anotados na caderneta para alguma eventualidade, partimos rumo à casa de férias do senhor Noel.

Embora doente, esta foi a melhor viagem da nossa vida. Ficamos em um hotel super aconchegante e próximo ao centro de Penedo, comemos maravilhosamente bem, brincamos muito e meu filho estava encantado com tudo aquilo. Até que chegou o momento de visitarmos a tal casinha de férias e finalmente vermos o papai Noel em carne e osso. Antes, precisávamos assinar um livro de presença e mesmo com as letrinhas tortas de quem estava sendo alfabetizado, meu filho estufou o peito e assinou seu nome. Noel estava em sua sala de estar, sentado em uma linda poltrona ao lado de uma árvore de Natal gigantesca e repleta de penduricalhos. Ao nos ver, ele abriu os braços e nos recebeu com alegria.

Ainda hoje, quando falo sobre isso, meus olhos se enchem de lágrimas pois a emoção do meu filho foi tanta, mas tanta, que ele mal conseguia falar. Correu para abraçar aquele homem com tanto entusiasmo que eu voltei a ser criança naquele instante. Aquela cena fez com que uma retrospectiva dos natais da minha infância passasse como um filme bem na minha frente. Fui capaz de me lembrar de cada brinquedo que ganhei e de como eles “apareciam” na porta de entrada da casinha humilde que eu vivi com a minha família por muitos anos. Meu marido se debulhava em lágrimas ao ver a emoção do nosso filho ali diante do velhinho que ele esperou tanto para conhecer. Uma cena que eu jamais esquecerei!

Todos os dias desse feriadão foram únicos. Visitamos a fábrica de chocolates finlandeses, fábrica de sorvetes, assistimos as danças típicas, passeamos pelo Vale dos Duendes, uma espécie de shopping, onde tinha “A casa encantada das bruxas” cheia de souvenirs interessantes, compramos camisetas do local, visitamos o anfiteatro chamado Centro Cultural Sibelius, onde há diversos trabalhos maravilhosos da artista plástica Vera Maria Rodrigues de Mattos. É um local emocionante, muito místico, com músicas inspiradoras tocando o tempo todo.

Enfim… foi uma viagem mágica e repleta de significados… uma viagem que ficará guardada para sempre em nossa lembrança numa gavetinha especial dentro dos nossos corações.

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