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Archive for 9 de dezembro de 2009

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Agorinha a pouco, a Aline Casassa, designer da revista Sou + Eu! da Ed. Abril, me enviou um e-mail para divulgar a inauguração do blog sobre artesanto da revista. E olhem que grata surpresa: meu Santo Antôniooooooooo está no cabeçalhooooooooooooooo! Não é o máximo?

No dia 15 de outubro deste ano, saiu uma notinha falando do meu santinho nesta revista e agora ele está estrelando, junto com outras belas artes, a página inicial do blog. Quem quiser visitar, é só clicar aqui!

Eu volto daqui a pouco… rs!!!

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>Mad World by Gary Jules

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Música original de Tears for Fears, versão de Gary Jules.

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>Foi num sábado!

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Rio de Janeiro, sábado, 09 de dezembro de 1978.

Ao meio-dia e quinze, nasceu uma menina de 4,200kg e medindo 52 cm. Da janela do quarto da clínica dava para ver a chuva que caía lá fora. A mãe aguardava ansiosa a primeira mamada da menina moreninha e cabeluda que ela trouxe ao mundo. A família louca por notícia, os primos correndo pelos corredores da maternidade, e avó segurava o primeiro presente: brinquinhos e pulserinha de ouro com o nome do bebê gravado, o avô estava emocionado, o pai na expectativa…
A minha chegada a este mundo foi mais ou menos assim. No início da tarde de uma primavera chuvosa. E, nestes 31 anos não houve um aniversário (se houve não me lembro) em que a chuva deixou de marcar sua presença.
Enquanto criança, curtia todo o processo de planejamento das minhas festinhas de aniversário. Afinal, mamãe e titias faziam tudo sozinhas, desde a decoração até as comidinhas… e tudo isso levava alguns dias. Lembro que na véspera da festa elas praticamente passavam a madrugada terminando de ajustar as coisas. As balinhas de côco eram enroladas naqueles papeizinhos que usam até hoje, os docinhos eram enrolados e enformados, etc. Cajuzinho, brigadeiro, olho de sogra, beijinho de côco, tudo era feito “artesanalmente”… Nada de encomendar ou comprar pronto no supermercado (nem existia isso!).
As festinhas não eram muito ligadas à temas. Mas eu me lembro de ter tido uma festa do Mickey e lembro de outra onde meu tio se vestiu de Papai Noel (acreditem que não o reconheci?! rs). Eu adorava essas comemorações!
Conforme fui crescendo, as festas foram ganhando outro tom. Já na pré-adolescência, o barato era curtir com os amigos, com muita música, bolo e salgadinhos. Eu ganhava muitos LPs de presente! rs… Colocava todos eles para tocarem na vitrola no momento da festa.
Minha festa de 15 anos foi simplesinha, apenas para a família e alguns amigos mais chegados. Mesmo não fazendo no dia 09 pois era dia de semana, fizemos no dia 11 (sábado) e pasme: choveu horrores!!! rs. Me lembro de dançar a valsa com meu primo (que Deus o tenha!). Na época éramos metaleiros e ele usava um cabelão enorme… rs.
Nos anos seguintes, me recordo de uma festa surpresa preparada por alguns amigos lá em casa. Quando eu voltei da escola (estudava à noite), dei de cara com todo mundo lá e foi bem divertido.
Com o passar do tempo deixei de comemorar meus aniversários, ou melhor, deixei de fazer reuniões e festas, pois comecei a não me importar tanto com essa data. Mesmo assim, gosto quando me ligam, quando me dão carinhos e presentes. Claro! Quem não gosta? Mas, ainda dou mais importância aos abraços sinceros, as mensagens carinhosas cheias de verdades… Gosto quando sinto que aquilo que me desejam vem do coração mesmo.
Depois que vieram as crianças, meu filho, meus sobrinhos, me dedico às comemorações deles. Afinal, crianças gostam muito mais dessa festa toda! Não que eu esteja velha… Não que eu não tenha o que comemorar… muito pelo contrário! Meus aniversários se transformaram em momentos de reflexão, de encontros comigo mesma, de ficar no meu cantinho curtindo mais um ano da minha vida e de, também, compartilhar isso com os que eu amo, mas de uma forma menos “tumultuada”.. rs.  E assim, me sinto feliz!
Como faço aniversário no último mês do ano, acabo dedicando este momento a uma espécie de retrospectiva dos fatos importantes e marcantes que ocorreram… Não só no ano que estamos, mas também nos anteriores. Gosto de tirar uns minutinhos comigo mesma e analisar um pouco a minha vida, as coisas as quais fui bem sucedida, outras que poderia ter me dedicado mais, enfim…
Há 31 anos atrás eu estava nascendo para este mundo sem ter a mínima noção do que aconteceria comigo, de quem eu realmente seria, que tipo de pessoa me tornaria, quem seriam meus amigos, que desafios eu encontraria pelo caminho…. e o que eu realmente vim fazer aqui! Embora, nunca saberemos ao certo qual é a nossa real missão neste mundo. Mas eu acredito que um dos nossos objetivos deve ser o de viver a vida intensamente e com muito amor! E este é um dos meus lemas.
No momento em que escrevo este post, fico imaginando que neste horário, no dia 09 de dezembro de 1978 a minha mãe estava entrando em trabalho de parto e super ansiosa pela chegada da primeira filha aos 20 anos de idade. E sei que assim que o dia amanhecer ela correrá para o telefone para me desejar felicidades, coisa que ela, com certeza, faz em silêncio (talvez em suas orações) todos os dias desde quando aqui cheguei!
Pronto, já tô emocionada! rsrsrs… E uma coisa que eu venho notando é que quanto mais ficamos velhas, mais manteiga derretida nos tornamos. Pelo menos, comigo tem sido assim! Parei… senão vou chorar!!!
Até mais!

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