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Archive for janeiro \31\UTC 2010

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Bichanos da querida Liane. Brincalhões, carinhosos, belíssimos e fofinhos. Estes são alguns dos 10 gatinhos da sua grande família de animais. Nem preciso dizer que o tempo que passamos juntos foi maravilhoso que não deu nem um pouco de vontade voltar pra casa… rsrsrs…
Começamos o nosso mês de Fevereiro com o pé direito! Tivemos também muitas cenas bacanas em janeiro e vocês poderão conferir aqui!
Super beijos e um excelente início de mês!
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Subimos para Teresópolis no sábado, passeamos um bocado e desistimos de “esticar” até Friburgo (estávamos muito cansados!). Assim, encontramos com a Liane e dormimos em sua casinha feliz. No domingo, acordamos cedo para aproveitar o dia lindo que estava fazendo por lá.
Visitamos a exposição de orquídeas na Aranda. Fazia tempos que eu não aparecia por lá e fiquei bem feliz por conseguir (dessa vez) pegar o local aberto. Eles fazem duas exposições por ano, uma no verão e outra no inverno.. Sorte a nossa! Não ficamos muito tempo, mas foi o suficiente para cliques de tirar o fôlego.
Então, para nos despedirmos bem deste Janeiro ensolarado e iniciarmos um Fevereiro de muitas belezas e cores, ofereço aos meus leitores queridos estas belíssimas imagens que falam por si.
 
  
  
  
  
  
  
  
  
  
 
Eis um mix de orquídeas populares e raras. Aí não tem fotos de todas as espécies, mas valeu cada segundo que estivemos por lá!
Bom início de semana!

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Hoje iremos falar do mantra “Om” com as informações disponíveis no livro “Deuses e Deusas Hindus” da Ed. Madras. Antes vamos esclarecer que “nirgun” ou “nirguna” significa “sentido abstrato”, ou seja, existem mantras que são traduzíveis, personificados, visualizados e estes são chamadas de “saguna” e os que tem sentido abstrato são “nirguna”. Mantras para divindades são saguna, já o OM, por exemplo, assim como os bija-mantras, são nirguna mantras.

De acordo com o livro, OM é a palavra mística e sagrada que resume toda a verdade do Universo. De acordo com a Mitologia Hindu, que remonta mais de 5 mil anos, Deus é:

  • OMnipresente – que está presente em todos os lugares;
  • OMnisciente – que significa conhecimento infinito;
  • OMnipotente – Que significa poder infinito.

Deus portanto, é eterno e sem forma, a alma Paramatma, a suprema energia que controla todo o Universo. OM (ou AUM) simboliza Deus como nirgun, que significa sem forma, o Absoluto (completo, perfeito e puro). OM é pronunciado no início e no final dos rituais e orações. Acredita-se que esse pronunciar cria vibrações que promovem a união com a energia suprema de Paramatma, a fonte de vida de toda criação no Universo.

Uma das escolas de pensamento considera que os primeiros arianos veneravam os elementos da natureza, a saber:

Bhoomi (terra)
Gagan (éter/espaço)
Vayu (ar)
Agni (fogo)
Neer (água)

… dando origem ao termo Bhagvan, que representa essa energia suprema.

Para facilitar a compreensão de nirgun (sem forma), desdobraram-se formas com diferentes atributos – sagun (com forma). Deus, então, manifestado com tais formas, ajudaria o homem durante sua existência, desde que o homem retribuísse com um bom carma (ações). O fato de olhar para a realidade sagun com atributos, que correspondem aos seus pontos de vista, também ajuda a pessoa durante o processo de crescimento e formação da personalidade.

Para explicar os aspectos nirgun e sagun, Ramkrishna Paramahans costumada dar como exemplo a água, que é nirgun em seu aspecto comum e sagun em seus aspecto de neve ou gelo.

Relembrando que:
Não é a minha religião e nem tenho a intenção de adentrar nestatemática polêmica e complexa. Compartilho a nível de curiosidade einformação, pois me dispo de todo e qualquer preconceito. Respeitotodas as opiniões referentes ao assunto e todas as crenças existentesneste planeta, porque acredito que, de alguma forma, todas elas possuemfundamentos e têm seu valor para aqueles que têm fé. Portanto, nãogostaria de levantar discussões de cunho religioso e muito menos tenhocomo objetivo desrespeitar os leitores que, por ventura, me visitam epossam se sentir ofendidos com qualquer informação aqui exposta.

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Bom, começo avisando aos queridos leitores que este post vai ser grande. E fico me perguntando como que uma única pessoa (no caso eu) consegue fazer de apenas um dia uma aventura louca… rs. Então, vamos ao relato:

Com filho e marido já no Rio, marquei um encontro com eles na Uruguaiana (Centro) para almoçarmos juntos. Dali, cada um iria para um lado: marido e filho voltariam para a empresa e eu seguiria para a Buenos Aires fazer compras de materiais de trabalho. Peguei o ônibus na rua debaixo da minha casa e fui admirando a paisagem da ponte Rio-Niterói, só que me lembrei já chegando na Leopoldina que não sabia ao certo em que ponto soltaria. “Tudo bem”, eu pensei… no momento que eu achasse que estava perto do local que eu queria, daria o sinal e soltaria.

O calor era infernal no Rio de Janeiro, que já está ficando famoso pela denominação que dia desses li no blog da Beth: Hell de Janeiro… bem propício! rs. Soltei do ônibus em plena Presidente Vargas, logicamente, no ponto errado e tive que andar alguns quarteirões para chegar no meu destino. Lá chegando, descobri que tinha marcado com meu marido em frente a loja errada. Até aí tudo fácil de resolver e finalmente nos encontramos. Fomos almoçar! Comidinha maravilhosa de uma churrascaria super 10, mas no momento não me lembro o nome da rua. Ok!

Nos despedimos e lá fui eu para a Buenos Aires. O suor escorria no rosto, minhas mãos estavam melecadas e eu doida pra lavá-la. Quis resolver logo a questão dos materiais e comprei a maioria deles numa mesma loja. Mas ainda faltava um item que não tinha lá. Fui em busca de outra loja para terminar minhas compras, meus pés estavam inchados por causa do tanto que andei e do calor infernal. Eu precisava me sentar e todos os bancos de praça estavam lotados… Além disso, fiquei com medo de parar em algum lugar assim com esse mundo tão violento.

Continuei caminhando e passei em frente a Igreja Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos. A igrejinha fica na Uruguaiana bem escondinha em meio a todo o comércio que tem ali. Olhei lá para dentro e estava vazia, apenas com alguns fiés rezando o terço. Então tive uma idéia! Pensei: “Vou entrar na igreja, fazer uma oração e ficar um pouco por ali sentada para meus pés desincharem e eu poder continuar minha caminhada”. Assim eu fiz! Como não tenho preconceitos com nenhuma religião e afinal de contas sou católica batizada, meus trabalho são focados nos santos, achei que seria um bom lugar para respirar, meditar, descansar e buscar inspiração.

Alguns fiéis ajoelhados rezavam bem alto o terço e entre uma repetição e outra pediam proteção e prosperidade para o comércio local. Acredito que a maioria trabalhe por ali mesmo ou sejam donos de lojas. “Bacana”, pensei! Depois que fiz minha oração e meus agradecimentos, embora não conseguisse me concentrar muito nisso, me lembrei que a minha câmera fotográfica estava dentro da bolsa (aliás sempre a carrego comigo). Como todos estavam concentrados em suas preces, eu liguei minha câmera e desliguei o flash não só para não incomodar as pessoas como também pelo fato de não ser bacana fazer uso de flash dentro de monumentos como este (na verdade, eu não gosto mesmo de flashs!). Discretamente comecei a fotografar. O silêncio era tão grande (só ouvia-se a voz das pessoas em oração) que foram capaz de ouvir o barulhinho do obturador da câmera. Tudo o que eu queria que não acontecesse, aconteceu! Sincronizadamente todos se viraram para trás e me pegaram no flagra. O pior: outra pessoa entrou na igreja depois de mim e também resolveu tirar fotos, mas com flash. Enquanto, no meio da oração de um senhor que estava sentado no terceiro banco do lado esquerdo da igreja, quando ele disse “Senhor, ilumine nossos caminhos… “… Eis o flash da desavisada atrás de mim! rsrs.. Contando ninguém acredita! Na primeira oportunidade, catei as bolsas e me mandei dali de fininho.

Comecei a sentir uma sede louca. No bolso detrás da minha calça jeans eu tinha exatamente R$ 1,45 (duas moedas de 50 centavos, 1 de 25 e 2 de 10), daria para comprar água. Pensei que não havia necessidade de entrar no banco e tirar dinheiro para uma água e assim fui ao primeiro botequinho que encontrei. Enquanto eu contava o dinheiro, 50 centavos caíram dentro de um copo com resto de vitamina que estava na lata do lixo. Pronto, sem água! Saí do boteco totalmente seca e com mais sede ainda. Achei melhor ir procurar o ultimo item da minha lista e assim que visse um banco entraria correndo para tirar 10 reais e finalmente me refrescar. O Saara literalmente se transformou num deserto e eu louca em busca de um oásis (banco).

Achei uma loja, comprei o ultimo item e bebi água lá. A essa altura eu já estava carregando alguns quilos de sacolas e encontrei o meu oásis, o banco. Mesmo já tendo me hidratado achei melhor tirar o dinheiro e assim fiz. Pasmem que nenhum caixa eletrônico aceitou o meu cartão e a mensagem que dava era que ou o cartão foi inserido incorretamente ou eu precisava limpar a tarja magnética. Não consegui sacar os 10 reais preciosos. Então fui caminhando em direção à Presidente Vargas para pegar o metrô para a Tijuca. Não achei a entrada do metrô (Como assimmmmm???). Conclusão: voltei para a Uruguaiana com aquele peso enorme e o calor cada vez mais intenso. Respirei aliviada quando entrei na estação.

Peguei o metrô como costumava fazer na época que morei na Tijuca, era umas 4 da tarde e já estava lotado. Pensei: “Tudo bem, são apenas algumas estações e eu chegarei lá!”. No caminho achei que algo estava estranho, mas continuei numa boa. Quando percebi, eu tinha pego o metrô na direção errada e fui parar em São Cristóvão. Afffff… Depois me lembrei que devido às obras e ao acréscimo de novas estações, eles mudaram praticamente tudo. Eu deveria ter descido na Central do Brasil e mudado de trem para conseguir ir pra Tijuca.

Soltei em São Cristóvão, subi a escadaria e dei a volta para pegar novamente o metrô em direção ao Centro e soltar na Central e bla bla bla. Fiquei esperando por 10 minutos o próximo trem… Esquisitíssimo, porque antes dessas modificações, os trens demoravam no máximo 4 minutos. Ok ok! Chegou… entrei.. não estava cheio (Thank God!).. mas não tinha lugar pra sentar. Eu me sentia como um balão inflando, inflando, toda inchada devido ao calor, retenção de líquidos e de tanto andar cheia de peso. O trem chegou mas ficou mais 10 minutos parado com as portas abertas e uma mensagem se repetia dizendo que havia obstrução na linha e que o trem não tinha autorização de deixar a estação ainda. Depois descobri que o ultimo vagão do trem da frente se soltou, ninguém se machucou, mas estava impedindo a passagem do meu trem.

Vou abrir aspas aqui: “O metrô do Rio de Janeiro está um lixo. O serviço está péssimo, mudou pra pior! Que vergonha isso aqui. Se quiseram facilitar a vida das pessoas que dependem deste transporte, o objetivo está longe de ser atingido. Caos, transtorno, um verdadeiro inferno. Falta total de respeito com a população!”

Finalmente, consegui soltar na minha estação: Afonso Pena. Cheguei na empresa… toda suada, descabelada… parecia uma COISA! Meu amigo porteiro Zé me ajudou com as sacolas, me trouxe água, café e colocou um big ventilador em cima de mim. Bebi litros d’água, lavei as mãos (tava agoniada com isso), rosto e sentei. Meus pés pareciam estar no “vibra call” porque eu tinha fibrilações em alguns músculos de tanto que andei… Parecia que meu coração tinha ido parar nos pés.. eles latejavam. Tirei os sapatos e fiquei ali na portaria, descalça e de pernas pra cima por um bom tempo.

Ao invés do meu marido sair as 7 da noite, devido a um problema no sistema, só conseguiu se livrar disso quase 9. E então, fomos pegar o carro para voltar pra casa. Pegamos um trânsito intenso na ponte Rio-Niterói, demos carona para o Gustavo (meu cunhado) e para o Alessandro (colega de trabalho) e fomos comer pizza na casa do cunhado. Eu estava lilás de fome! Chegamos em casa quase 1 da manhã! E amanhã toca a acordar cedo e pegar a estrada.

Sinceramente? Apesar de tudo isso foi bom ir lá… minha ansiedade??? Foi pro espaço! Porque o que eu tive que ter paciência para lidar com tudo isso, não foi fácil. Tô tranquilinha, tranquilinha… rs. Nem precisei de remédios.. kkkkkkk… meu corpo parece que tomou uma surra devido à maratona Rio 50º. Daí eu percebi que quando eu saio sozinha nada fica tão normal e eu sempre retorno com algo louco pra contar… Afinal, eu andando sozinha por aí sou uma comédia. Faço besteiras, erro caminhos, mas vou seguindo até “me encontrar”. Fica tudo bem e eu acabo rindo de mim mesma.

Tá estressado? Tá ansioso? Dá um pulinho no centro da cidade no verão que tudo isso passa.. hahahahahahahaha.

Agora vou desmaiar na minha cama e dormir feito um anjo!!!
Bom findi pra todo mundo!

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Bom dia,
Hoje, dormi pouco… ou melhor, não dormi nada! Sinceramente 3 horas e meia de sono podem ser consideradas como um cochilo e não um sono de verdade. A questão foi que a ansiedade resolveu se encontrar com a insônia e, pela manhã, uma ficou vigiando enquanto a outra sem piedade me acordava no susto! “Será que perdi a hora?” – pensei.
Tudo bem! Levantei como quem acordou de um sono profundo e restaurador e fui caminhando para o ritual da manhã: escovar os dentes, lavar o rosto e bla bla bla. Preparei um café forte e resolvi apreciá-lo com pão e manteiga de verdade. As horas, enfim, passam rápido e estou atenta ao relógio para não me atrasar. Combinei de estar meio-dia em ponto no centro da cidade para almoçar com o marido e o filho que hoje foi visitar o trabalho do pai e passar o dia lá. Após o almoço, eles retornarão à empresa enquanto eu irei às compras com o prévio aviso de que não posso gastar muito.
O dia amanheceu nublado, mas vi na previsão que não deve chover. Estamos em torno dos 33ºC e não corre um vento lá fora. Amanhã promete um clima agradável, também sem chuvas o que me anima com a possibilidade de encontrarmos nossos amigos em Friburgo para um passeio da tarde. Caso possamos esticar até lá, prometo fotos e novas cenas belas do ultimo final de semana de janeiro pela serra.
Já não sinto mais a dor de cabeça que me acompanhou desde quarta-feira. Apesar do cansaço, eu estou bem e com uma disposição misteriosa que certamente está sendo mantida pela adrenalina. Será preciso paciência para encarar um centro da cidade cheio devido à proximidade do Carnaval, mas já não tenho pressa. Pretendo passar boas horas olhando vitrines e comprando o necessário, sabendo que na volta para casa irei encarar um trânsito caótico por ser sexta-feira. O bom de tudo isso é que ao retornar estarei tão cansada que dormir será a melhor alternativa.
E o dia de sábado está prometendo “palavras de um futuro bom”!

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>Tagarelando…

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Eu e minha ansiedade de “estimação” que não me deixa parar quieta um só minuto precisamos extravazar de algum modo. Eu estou achando tudo isso muito engraçado! rs.

Minha mente fica tagarelando o tempo todo coisas banais e outras legais, enquanto eu tenho que trabalhar concentrada. Porém, meu trabalho já me dá a possibilidade de fazer muitas coisas no piloto automático, e muitas coisas eu faço com o “pé nas costas”. Nenhum desafio para transpor, apenas a rotina… o que de certo modo é bom, já que não consigo parar de pensar e pensar e pensar e pensar.

Isso só terá fim quando os objetivos começarem a ser atingidos. Mas enquanto isso, não posso me estressar com a coitada da ansiedade que está aqui porque eu mesma a chamei para me fazer companhia. E por esta razão, amanhã não vou ficar em casa. Já que preciso fazer compras, decidi que vai ser um bom momento sair da rotina e percorrer as lojas da cidade em busca de materiais de trabalho. Certamente, o tempo vai passar mais rápido e vou me cansar o suficiente para chegar em casa, tomar um bom banho e desmaiar na cama.

Eita mês de janeiro interessante este! Posso dizer que nunca tive um igual.. Janeiro sempre foi sinônimo de marasmo, mas este ano não. Talvez eu nem queira mesmo chegar a lugar algum, talvez eu queira mais uma aventura como boa sagitariana que sou… Não importa!! Eu quero é curtir cada segundo (ansioso ou não) do caminho da minha vida.

E é isso! Enquanto o fogo do inesperado não cessar dentro de mim, vou ficar tagarelando, tagarelando até cansar… rs. Sabe, eu definitivamente sou o tipo de pessoa que adora situações inusitadas, desconhecidas… se existe um vício real que me corrói, é este: o gosto por descobertas!

Quando eu era mais nova, fazia mais loucuras… do tipo pular da pontes para mergulhar no lago, voar de parapente em um lugar totalmente desconhecido, adentrar a mata e andar por 14km com mochilas pesadas num sobe e desce sem fim em busca de algum lugar no meio do nada, alugar uma oca de índio para passar o carnaval sem celular e energia elétrica, ir de caiaque a uma ilha distante que eu pensava ser perto, enfrentar o mar revolto só com os braços e disposição… Eita tempo bão!!! rsrs… Agora eu sou mais light.. rs. Depois que a gente tem filho as coisas meio que mudam e a gente passa a se preocupar mais com a integridade física, sei lá. De qualquer forma, ainda curto uma aventura real e adoro visitar lugares que ainda não conheço.

Bom… a minha mente anda tão tagarela que nem eu mesma estou suportando… rs. Os macaquinhos do meu sótão estão dando uma baita festa que mal me deixam dormir, tamanho a arruaça. E está bem engraçado porque olho para o meu marido e, sem precisar falar nada, vejo que ele está passando pela mesma coisa. Nosso diálogos tem sido repetitivos e monossilábicos. Tipo assim:

Ele me olha e diz: “- É!”
Eu digo: “- Pois é!”
Ele: “- Mas então?!”
Eu: “- Então é isso!”
Ele: “- É mesmo, né?”
Eu: “- Fazer o que?”
Ele: “- Espera.”
Eu: “- Ok… rs.”
Ele: “- Então tá!”

Coisa louca… de gente que tá cheia de coisa pra fazer e ainda tem que administrar o bichinho da ansiedade! rsrsrs

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>Ansiedade!

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Hoje acordei tarde, com uma dor de cabeça enorme e percebi que estava ansiosa. Aliás, desde ontem à noite a dor de cabeça já dava seus sinais. Não gosto de me sentir assim.

Os sintomas de ansiedade que eu identifico em mim são, além da cabeça doendo, dificuldade para respirar bem, aperto no peito, mãos que não param quietas… e se estou realmente muito ansiosa posso até ficar literalmente doente, pois meu corpo não aguenta por muito tempo a pressão.

Antes, preciso dizer que não sou uma pessoa tão agitada e ansiedade, para mim, é algo normal, ou seja, não sou o tipo do ansioso patogênico (se é que posso designar assim). Só fico realmente ansiosa quando algo está para acontecer e eu sei bem os motivos pelos quais isso ocorre, em geral, eu sei a origem de tudo.

O site ansiedade.com.br explica o que realmente é a ansiedade e porque ficamos ansiosos. Segundo ele, a ansiedade é uma sensação ou sentimento decorrente da excessiva excitação do Sistema Nervoso Central (SNC) consequente à interpretação de uma situação de perigo. Parente próximo do medo (muitas vezes não é possível diferenciar um do outro) é distinguida dele pelo fato de o medo ter um fator desencadeante real e palpável enquanto na ansiedade o fator de estímulo teria características mais subjetivas.

A ansiedade é o grande sintoma de características psicológicas que mostra a intersecção entre o físico e o psíquico, uma vez que tem claros sintomas físicos como taquicardia, sudorese, tremores, tensão muscular, aumento das secreções (urinárias e fecais), aumento da motilidade intestinal, cefaléia (dor de cabeça). Quando recorrente e intensa também é chamada de Síndrome do Pânico ou Crise Ansiosa Aguda. Toda esta excitação acontece decorrente de uma descarga de um neurotransmissor chamado noradrenalina que é produzida nas Supra-renais, Lócus Cerúleos e Núcleo Amigdalóide.

A ansiedade pode ser de origem genética, ou seja, a pessoa herdar de seus ancestrais a pré-disposição para ter estes sintomas. Neste caso, as manifestações podem ser bastante precoces, sendo a pessoa desde cedo chama de uma criança agitada, às vezes hiperativa, que chora com facilidade e às vezes até com dificuldade de dormir.

Mas a ansiedade é um fato normal se não for exagerada. Ela é normalmente desencadeada quando a pessoa entra em contato com situações novas e desconhecidas ou quando a situação contém alto valor afetivo. Para combatê-la é preciso identificá-la. O corpo fica tenso, existe uma necessidade de se movimentar fisicamente, a respiração está mais acelerada e o pensamento fica agitado. Algumas vezes a cabeça fica confusa e não se sabe direito o que se quer. Porém, uma vez identificado este estado deve-se focar na respiração, pois a frequencia respiratória precisa ser diminuída. Deve-se inspirar lentamente e encher o pulmão em mais ou menos 75%. Em seguida, deve-se expirar e tirar todo o ar do pulmão também de forma lenta. A respiração tem a capacidade de controlar o corpo e a mente. Durante este exercício (mais ou menos uns 10 min.) é preciso manter a mente vazia. Os pensamentos precisam sair da mente junto com o ar expirado.

Se você notar que nada adianta para controlar a sua ansiedade, o mais indicado é procurar um médico.

No momento, não estou precisando de cuidados médicos… rsrs… só realmente de um bom exercício de respiração após um banho bem gostoso e refrescante. É estranho me sentir assim porque realmente ficar ansiosa não faz muito o meu estilo. Quando sinto algo “diferente” eu já procuro identificar o que está causando isso e logo chego a uma conclusão satisfatória. Só em saber a origem eu já me sinto melhor… e procuro ocupar minha mente com outras coisas, pensamentos inspiradores, mais agradáveis. Enfim, ansiedade exagerada não é legal, muita gente tem e ainda não identificou o fato. Fiquem de olho!!!

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