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Archive for março \31\UTC 2010

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Hoje é o último dia de um mês totalmente atribulado pra mim. Um mês que, se eu pudesse, gostaria de ter riscado do calendário. Porém, como continuo olhando para o lado positivo de tudo e de todos, mais uma vez comprovo que crises são necessárias para nosso aprendizado e evolução como seres humanos.

De algumas profissões que me dediquei ao longo dos meus 31 anos de vida, uma delas, a qual exerci pouco, foi a de Terapeuta Holística. Embora não tenha efetivamente me dedicado a isso, ser terapeuta é algo que a gente nunca deixa de ser, de usar o conhecimento em benefício próprio e dos demais.

Dentre as técnicas que me especializei, uma delas foi o Reiki e procuro utilizá-la diariamente. Ser iniciado em Reiki é um prazeroso caminho sem volta. E seus princípios são os seguintes:

Confesso ser muito difícil (algumas vezes) seguir tais princípios quando nos sentimos pressionados e sobrecarregados. O Mestre que me iniciou em Reiki sempre me dizia que é fácil meditar no alto de uma montanha silenciosa, mas o desafio estava em fazer o mesmo em meio ao tumulto. Demorei um tempo para compreender exatamente o que ele queria expressar com este pensamento e hoje eu descobri que é simples: não importa o lugar que estejamos, o que importa é como estamos e é justamente num momento turbulento que precisamos praticar a meditação. Não é o ambiente à nossa volta que determina isso, somos nós mesmos.

Quero que o mês de março se encerre juntamente com este turbilhão. Quero virar definitvamente esta página, sacudir a poeira e dar a volta por cima, porque eu sou a única pessoa capaz de fazer isso. Um novo mês começa amanhã trazendo um feriadão onde poderei desfrutar ao lado das pessoas que mais amo neste mundo… e é isso o que eu quero fazer, sem preocupações e limitações… não importa o que aconteça. Abril será o meu mês, o meu recomeço, a minha alegria… o início de uma bela história sem fim, pois é assim que eu desejo viver daqui pra frente, em paz comigo mesma e me sentindo cada vez mais acolhida e abraçada pelo lugar que escolhi pra mim. Deixo para trás todas as críticas, os julgamentos, porque só eu sei como é ser “eu” e o que o meu “eu” vive a cada dia. Portanto, só eu posso mudar os caminhos que me levarão ao meu destino.

Estou aprendendo… e todo recomeço é sempre um desafio embalado para presente.

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Porque a energia do “amarelo” ainda não terminou!

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A Glorinha do Café com Bolo teve uma ótima idéia em fazer uma blogagem coletiva com o tema “Colorindo a vida”. A cada segunda-feira ela indicará uma cor para que possamos elaborar um post a respeito e com uma foto de referência. Então, ela me convidou e aceitei participar deste festival com muito carinho.

A minha cor preferida na infância era o amarelo, talvez porque me transmitia alegria… não sei. Hoje, ou melhor, de muito tempo pra cá descobri que todas as cores são importantes para mim na mesma medida e não ouso eleger uma como preferência.

A primeira coisa que pensei quando li “Amarelo” foi a estrada de tijolos amarelos do Mágico de Oz, um dos meus filmes preferidos da infância. Sempre gostei de cantar junto com a Dorothy ♫ Somewhere over the raibow… ♫ e isso me traz boas recordações. E assim também me lembrei de “Goodbye yellow brick road” do Elton John, uma canção que fala sobre transições, quando se volta para suas origens, se resgata aquela vida mais pacta que deixamos pra trás e se sente definitivamente livre em comunhão com as coisas simples da vida.

Então, voltando a Mágico de Oz, me sinto como Dorothy onde a estrada de tijolos amarelos era o caminho no qual ela deveria se focar para atingir seus objetivos. Mesmo com todas as adversidade que inevitavelmente encontramos pelo caminho, não devemos desviar o nosso foco nem um segundo sequer. Para isso, é preciso coragem, determinação, ousadia e a compreensão de que somos inteligentes, temos um coração repleto de virtudes e ninguém neste mundo tem a capacidade de apagar o nosso brilho… amarelo como o ouro, dourado como o sol.

Boa semana!!

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>Música é algo que me inspira e me contagia. Embora eu seja bastante eclética neste quesito, existem canções que me invadem de tal maneira que não seria possível expressar em palavras. Música é puro e total sentimento, sempre.

Nos idos de 1997 fui apresentada ao talento incomparável de Loreena Mckennitt. Me apaixonei! Suas canções me emocionam e me transportam para tempos pretéritos como se existisse um fio frágil, um elo sutil entre o que se viveu e tudo o mais que o futuro reserva. Difícil explicar a sensação… a voz de Loreena, o dedilhar da sua harpa, suas vestes e seu semblante se misturam a algo único, algo que só ela sabe fazer.

Recordo-me quando visitei o Parque Nacional de Itatiaia em 2003 e, enquanto rolava um curso de Educação Ambiental promovido pelo IBAMA, saí da sala iluminada por slides e percorri sozinha os bosques do parque. Ao longe, podia-se ouvir o som de águas vindo de uma fonte escondida pela floresta. Éramos eu, o céu e a vegetação densa. Minha mente cantarolava Greensleeves, canção romanesca composta pelo Rei inglês Henrique VIII e, pelo que diz a lenda, ele o escreveu para sua futura rainha Ana Bolena. Mas não se sabe ao certo se Henrique foi mesmo o autor dessa letra, pois já se constatou que a música vem do período Isabelino e foi baseada no estilo italiano e o Rei não teria tido contato com ela até a sua morte. Porém, Greensleeves é tida como uma canção folclórica inglesa. Enfim… Loreena fez uma bela versão.

Loreena Mckennitt é canadense, nascida na zona rural de Manitoba. Filha de uma enfermeira e um comerciante de gado. Tinha o sonho de ser veterinária, mas sorte a nossa, a música a escolheu. Para saber mais sobre ela, só clicar aqui!

Sou definitivamente apaixonada por todas as canções de Loreena. Todas sem exceção! Sou capaz de passar horas ouvindo no carro, no computador, no celular… enfim. Por isso é tão difícil eleger uma como minha preferida. Mas escolhi (como muita dificuldade mesmo) uma do show em Alhambra para mostrar a diversidade e o encantamento dessa musicista que mais parece uma fada:

Bom final de semana!

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Tem um bom tempo que não saio em fotos! Acho que a auto-estima não anda lá essas coisas. Mas hoje resolvi “aparecer”, com os cabelos bem maiores que o de costume, a expressão cansada devido a um mês repleto de imprevistos e estresses. Não sei se continuo a mesma.

O dia hoje amanheceu bem bonito. Porém, creio que teremos chuva mais tarde, pois já se formam nuvens carregadas e o sol ainda insiste em aparecer. Daqui a pouco pagarei a estrada novamente…

O final de semana será de trabalho, muito trabalho.  Por isso desejo dedicar os sábados e domingos de Abril para passar mais tempo comigo e com a família. Por mais que eu esteja me matando de trabalhar, ainda não consegui organizar tudo 100%. O que me consola e me faz seguir em frente é a certeza de que fases complicadas passam e que logo poderei recuperar tudo isso. Tenho vivido um dia de cada vez e procurado resolver tudo o que posso em cada um deles.

Então, esta sou eu hoje! Louca para descobrir como estarei amanhã!

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Hoje é o dia especial da minha querida Beth e eu não poderia deixar de vir aqui parabenizá-la publicamente. Isso me faz lembrar que nos conhecemos há um ano e como o tempo voa!

A Betinha é uma blogueira de mão cheia, verdadeira web-mãe em muitos sentidos, um deles é expresso pelo carinho que ela tem por nós (jovenzinhas, como ela sempre se refere… rs) e pelo seu amor incondicional pela natureza.. esta Suprema Mãe Gaia.

Querida, desejo que o seu dia seja repleto de alegrias, carinhos, beijinhos, abraços e cafunés. Aproveite bastante cada minuto. Queria poder ligar pra você, mas infelizmente não terei possibilidade de fazer isso no momento, mas sinta as vibrações positivas que estou lhe enviando daqui da serra. Sua companhia, mesmo virtual, é muito gostosa, viu?

Muitos beijos e Feliz Aniversário!
Milinha!

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Algumas vezes eu tenho a nítida impressão de que crianças são anjos… se não forem anjos, elas possuem um canal de comunicação totalmente aberto com estes seres divinos (disso eu tenho certeza!). Como hoje foi mais um dia “daqueles”, onde o peso do mundo não saiu das minhas costas, a dor de cabeça (literalmente) tem sido a minha companheira por dias a fio. Me olho no espelho e percebo que os tantos problemas me fizeram envelhecer uns 10 anos. Olheiras, pele sem viço, olhos caídos, cabelos presos, sobrancelhas por fazer… Não me abandonei, apenas estou sem tempo para mim e esta situação será resolvida em breve. Tenho fé!

Então, pedi ao meu filho que me fizesse a gentileza de brincar em silêncio (ele conseguiu a proeza), pois mamãe não está passando por dias muito bons, mas que ele não se preocupasse que logo eu voltarei a ser aquela de sempre. Expliquei que às vezes os adultos ficam preocupados com algumas coisas, que é normal, e tudo isso logo passa… Essas coisas que a gente diz, que são verdadeiras, e que com jeitinho a criança compreende.

Fomos jantar. Só eu e ele. Preparei uma comidinha leve, com legumes e verduras. Fiz suco que ele adora, pus a mesa e assim, sem pressa, degustamos o nosso alimento. Enquanto comíamos, conversávamos sobre diversos assuntos e foi então que ele me falou:

– Mãe,  por que você não procura um pensamento feliz?
– Pensamento? – perguntei.
– É, pensa num lugar feliz… evita pensar em coisas ruins, pois se você fechar os olhos e pensar num lugar feliz, o fruto da sua imaginação vai lhe trazer muitas dicas.
– É mesmo? – eu queria saber mais.
– É… olha, funciona assim: você fecha os olhos, imagina o seu lugar feliz, mas este lugar tem que ser só seu, tá? Depois você vai se encontrar com o fruto da sua imaginação. Nesta hora é preciso cuidado, porque nem sempre o fruto da sua imaginação vai lhe dar dicas que você será capaz de usar e dar certo. Como ele tem muitas dicas pra dar, você escuta com atenção e veja qual dessas dicas vai te servir agora. Aí você usa ela, entendeu?
– Entendi!
– Bom, então você deita lá no seu quarto, relaxa, fecha os olhos e faz a sua viagem. Eu tenho certeza que você vai encontrar.

Passado um tempo, ele veio me beijar e me perguntou como era o meu lugar feliz, pois estava curioso pra saber. Eu lhe disse que o meu lugar feliz é um jardim… “- Já sei, cheio de flores né mãe?”… isso, um lugar cheio de flores coloridas, que não faz frio nem calor… “- Uma temperatura morna, seria?”… é, uma temperatura agradável, eu visto roupas confortáveis e tem uma grande cama com lençóis perfumados. Nela eu me deito e fico olhando pro céu, vendo o formato das nuvens, os pássaros passeando e bem do lado tem um grande gazebo com uma mesa de café da manhã bem diversa, com um monte de coisas gostosas.

Ele me contou que o lugar feliz dele é uma praça com um parque onde muitas crianças ficam brincando e o dia sempre é bonito. Então, ele me alertou que a gente sempre pode acrescentar situações ou coisas no nosso lugar feliz e que este lugar vai crescendo com o passar do tempo, vai ficando maior, cheio de coisas legais.

Procurei saber se ele sempre pensa no lugar feliz da imaginação dele e ele me respondeu que como criança ele não tinha problemas, então ele não precisa acessá-lo sempre, só em alguma situações. No final ele me disse assim:

– Mãe, dá uma olhada lá fora. Você lembra que todas as manhãs a gente escuta a natureza em volta da nossa casa? Então… a gente tem um lugar feliz que não faz parte da nossa imaginação, a gente vive nele todos os dias, basta mudar uma coisinha aqui outra ali e vai ficando do jeitinho que a gente quer. Mesmo assim, a gente pode ter um monte de lugares felizes na nossa mente e o fruto da nossa imaginação sempre vai estar lá para nos dar dicas. Presta bem atenção nessas dicas, porque ele (o fruto da nossa imaginação) não costuma repeti-las todas as vezes.

Bom, se crianças não são anjos, elas devem ser aqui na Terra, o que mais se aproxima deles.

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