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Archive for 20 de outubro de 2010

>Agradecer…

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É fato: a vida é feita de momentos tristes e alegres e é isso que nos deixa bem próximos de alcançarmos o equilíbrio. São nessas contradições, nos opostos, que vislumbramos a possibilidade do meio termo.

Quanto mais agradecemos pelas pequenas conquistas e sucessos, pelos presentes e carinhos, pelos gestos solidários, pelos sorrisos oferecidos, pelas oportunidades e idéias que desfilam ansiosas em nossa mente, damos um passo rumo à plenitude. Mas, precisamos conviver com o fato de que jamais a alcançaremos, pois  a nossa busca pessoal é infinita.

Agradecer da boca para fora certamente não proporciona efeito algum na dinâmica da nossa vida… Não faz diferença. Neste caso, agradecer o presente é saber lidar com ele da melhor maneira. Um exemplo clássico disso é quando oferecem-nos uma oportunidade e não sabemos de que forma aproveitá-la. O agradecimento está nas entrelinhas da realização, planejada, sem pressa, saboreada com consciência.

O ato de ser grato pode parecer totalmente relacionado à dizer “obrigado” a alguém, mas vai muito além disso. Mais importante que a palavra falada são as ações perante ao que lhe foi ofertado. “A vida me presenteou com este momento. O que de melhor eu posso fazer em relação a isso?”

O que de melhor podemos fazer agora?

Quando choramos devemos nos dedicar ao alívio…
Quando sorrimos devemos nos dedicar ao entusiasmo…

Mas o que fazer nos intervalos? Nas brechas entre uma emoção e outra? O que fazer com os instantes de silêncio?

Agradecer…

A quem?

Isso é o que menos importa, pois assim como a realização precisa antes passar por uma idéia, transforma-se em um projeto para só então criar vida, o ato de ser grato necessita primeiro ser sentido e trazer emoção.

Agradeço a oportunidade de poder compartilhar meus sentimentos com você, porque sentimentos foram feitos para voar…

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