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Archive for the ‘Cotidiano’ Category

>Doce chuva

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Ao contrário de alguns, eu adoro tempo chuvoso como o de hoje. Dá uma paz e surge um silêncio gostoso, já que a maioria se tranca dentro de casa, talvez acreditando que seu corpo seja feito de açucar e vai derreter. Mas, chuvinha assim é muito prazerosa… E, dificilmente, eu uso guarda-chuva.

Hoje saí de casa e fui visitar minha tia que está de visita na casa da minha mãe. Batemos um papinho, tomamos café com bolo de fubá e sementes de erva doce, tiramos um cochilo no sofá e depois me despedi… Fui ver a chuva cair nas águas calmas da lagoa aqui perto, assisti aos pescadores jogando suas tarrafas incansavelmente, avistei barquinhos coloridos e pedalinhos em formato de cisne estacionados próximo a um deck.

Voltei pra casa, pensando na vida, com a alma de banho tomado. Ciente de que ainda falta um bocado para me revigorar por completo.

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>Tô na fase…

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Não, nada a ver com TPM, ou melhor, daqui a pouco ela chega… rs. Mas eu estou numa fase onde é preciso decidir muitas coisas. Aliás, algumas decisões foram tomadas e nem essa preguiça do mês de Janeiro é capaz de impedir a vida de prosseguir.

Estou muito preguiçosa este mês. Em compensação, dormir um pouco mais tem me proporcionado sonhos interessantíssimos. O mais legal é que sempre tem animais no meu cenário onírico: meus bichos (os cães e especialmente os gatos) e até uma família inteira de leões já me visitou pelas madrugadas… rs. Eu gosto de sonhar e poder descobrir o que o meu subconsciente guarda, desvendar alguns mistérios e até prever o caminho que certas coisas tomarão. O sonho de hoje, por exemplo, foi bem elucidativo e real. Meus animais estavam felizes nele e sempre que sonho que meus amiguinhos estão contentes é sinal de coisas boas acontecendo na vida real.

Ontem visitei um senhor que tem um passatempo interessante. Ele cria pássaros. Sinceramente, prefiro aves soltas na natureza e não tenho coragem de engaiolá-las, mas o que me chamou a atenção foi a forma como ele organiza sua criação.

Em cada cômodo da sua casa há diversas gaiolas, cada uma com um passarinho e uma etiqueta contendo o nome dele, a espécie, a data de nascimento e todas as informações possíveis. Ele agrupa algumas em um determinado espaço e usa um aparelho de som onde coloca um canto específico de pássaro para tocar repetidamente. Isso serve para ensinar aquelas aves a entoar aquela melodia em especial. Perdi a conta de quantos aparelhos de som há espalhados nos cômodos da casa, assim como não faço idéia de quantos pássaros há na sua coleção. O senhor toma o cuidado de não deixar que as aves dos outros cômodos ouçam a melodia uma das outras para não se confundirem.

Apesar da quantidade de pássaros, não havia uma sujeirinha sequer no chão. Tudo muito limpo e organizado. Fico imaginando o seu ritual de dar-lhes alimentos e limpar cada gaiola individualmente. Provavelmente, ele passa o dia inteiro fazendo algo neste sentido. Nos intervalos ele assiste TV e o curioso é que a deixa ligada num volume bem alto no programa de venda de jóias e pedras preciosas. Eu me lembro que quem assistia muito a este programa e inclusive comprava muitas jóias era a madrinha do meu marido (não sei se ela ainda tem este hábito).

É interessante, ao menos para mim, observar tais comportamentos. É um desafio compreender como uma pessoa mantém determinada rotina e é feliz com isso. Não sei se algum dia serei adepta a alguma rotina assim tão específica e nem sei se é correto me referir a este fato desta forma. Enquanto alguns se esforçam para manter esse ritmo, eu tenho me esforçado a promover mudanças radicais. E esse ano será assim, ou melhor, já está sendo.

Minha fase atual, além de decisiva em muitos sentidos, tem me feito refletir em possibilidades relacionadas à vários aspectos da minha vida pessoal e profissional. Logo completará um ano que estou morando nesta cidade e este é o momento de rever conceitos e direcionar a caminhada. Há muito a ser realizado, muitas sementes que plantei no ano passado começam a germinar agora e, em pouco tempo, estarão prontas para a colheita. As novidades virão em breve.

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>… trazendo na mala bastante saudades… querendo um sorriso sincero, um abraço, para aliviar meu cansaço e toda essa minha vontade…


Como é bom voltar para casa depois de um feriado frio. Fizemos uma viagem mágica, tanto de ida quanto de volta. Simplesmente porque eu amo os caminhos que percorremos e fico encantada com todas as árvores que compõem o cenário. Escolhemos o trajeto mais longo, mas um dos mais lindos que temos por aqui no Rio de Janeiro.

Sexta-feira: Circuito Terê-Fri a caminho de Friburgo.
São 68 km de lugares encantadores e aconchegantes dentro da Mata Atlântica.

Sábado: Confraternização de Fim de Ano dos Motoclubes Independentes em Friburgo.

Domingo: Um delicioso café da manhã, ainda em Friburgo e pé na estrada para a casa da minha mãe. Optamos fazer o Circuito Mury. Mury é distrito de Nova Friburgo e o portal de entrada da cidade e ponto de passagem obrigatório para quem se destina a Lumiar e São Pedro da Serra.  Situado no coração da Mata Atlântica, tem a maior biodiversidade do planeta. “Mury é um lugar de muitos lugares”.

Neste trajeto passamos também por Cachoeiras de Macacu e seguimos pela Estrada Velha de Maricá. Finalmente, chegamos a tempo para a festa de batizado da nossa sobrinha linda Sofia.

Segunda-feira: um pouco de descanso e voltamos para casa fazendo o mesmo trajeto de ida.

E meu final de semana foi assim. Revi meus parentes que estão tão distantes de mim, apertei meus sobrinhos, passei por lugares lindos, confraternizei e, nem mesmo a gripe que ainda perdura, foi capaz de estragar a festa.

Beijos e volto logo!

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>Até breve!

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Oi “pipou”… rs.
Aí está frio? Aqui está uma friaca daquelas de urso polar clamar por uma pilha de edredons… rs.
Bom, ficarei o final de semana fora. Volto na segunda para casa, mas para o blog eu só devo voltar na terça, ok?
Mais um feriadinho no nosso Brasil varonil. Para mim é um atraso de vida, mas para muitos trabalhadores é um descanso merecido. Enfim…
Para “melhorar” estou com a garganta inflamada, marido está gripado e filho com crise de bronquite. Tirando isso, todo mundo está bem… kkkk.
Eu trabalhei tanto esta semana que acho que foi isso que desencadeou minha moléstia… rsrs. Mas estou feliz e é o que importa.
Beijo grande e bom “findi” para todos!

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>Pois vejam só vocês:

Iniciei a sexta-feira parecendo um sábado. Evidentemente, o sábado ficou com cara de domingo devido à viagem de volta para casa. O domingo amanheceu como uma segunda-feira preguiçosa, com a vantagem de que pude dormir até a hora que quis e ainda fazer um bom churrasco no quintal regado à cerveja. Nesta noite, ainda pude rever amigos e tomar um delicioso lanche com eles.
Dessa forma, a segunda-feira se revelou como terça. Quer dizer, uma terça-feira diferente é óbvio, pois me senti um dia adiantada quando realmente estava era atrasada.
Hoje a terça-feira me parece quase uma véspera de final de semana com feriado, mas isso eu não sei bem porquê. De todo modo, me livrei do mau humor do início de semana! rs.

Certas coisas acontecem em nosso organismo quando finalmente nos livramos da rotina.

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>Hello friends…

>Estou aqui no meu cantinho trabalhando num projeto para o próximo ano. Tudo com muita calma, carinho e cuidado. Não sei se vou conseguir vir aqui muitas vezes nessa semana, mas não vou sumir. Hoje já consegui resolver bastante coisa neste sentido e agora é contar com meu computador jurássico que está uma lerdeza que só vendo.

Por estas e por outras é preciso ter paciência… e haja a tal da “paci”. Mas o mais importante é que o resultado depende do meu empenho e dedicação. Estou depositando todas as minhas energias nisso para só então tocar um novo projeto (que, aliás, já até foi iniciado).

No mais, desejo uma semana produtiva a todos.

beijocas

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>Oi Ti… Chamolá!

>Meu marido tem um imã que atrai pessoas – como dizer? – esquisitas. Além de ser um imã que também atrai certas confusões. Exemplo disso é ir a um excelente restaurante e acabar sendo mal atendido justamente na vez dele (tipo coisa inédita!) ou alguém passar na frente dele numa fila de supermercado. Coisas assim.

No domingo passado, fomos à padaria comprar umas guloseimas e bem ao lado tem um botequim (desses “pé sujos”, sabe?). Assim que entramos no carro para voltarmos para casa, um bebum se aproximou do vidro do motorista e ficou olhando para a cara dele enquanto ele dava a partida. Eu pensei: “Putz, esse cara vai falar alguma coisa!”. Dito e feito! E o monólogo foi exatamente assim:

O bêbado disse (e só ele disse):

– Oi ti… chamolá!

Pensei: “Que porra é essa?”… kkkk

Traduzindo: ele disse algo como: “Oi, te chamou lá!”

Vendo que meu marido e nem ninguém respondeu, o bêbado deu uma pausa, olhou para o boteco e ele mesmo encerrou. Assim ó:

– Ele disse que tá bonito!

Isso deu para entender… kkkkkkkk…. Mas o nexo, cadê?

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