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Archive for the ‘Família’ Category

>Arroz da sogra.

>Hoje fui ajudar a fazer o jardim da minha sogra e acabei ganhando umas plantinhas pro meu… Isso porque eu sou uma pessoa muito “helps”… kkkk… Daí o estômago começou a roncar e veio a pergunta que não queria calar: “O que vamos fazer pro jantar?”. Me ofereci para fazer o arroz que, modéstia à parte, faço bem pra caramba.

A sogra veio:

-Mila, a panela já está preparada com o tempero, não coloca sal porque já tem e você sabe que eu não posso comer comida salgada.

Ok!

Como todo mundo ia jantar por lá ela me disse para fazer bastante arroz. Ok! Daí eu olhei pra panela, olhei pro arroz e pensei: “hummm, vou colocar mais um bocadinho de sal porque senão ninguém merece!”. Fui escondida lá e tasquei uma colherinha inocente de sal.

Pois bem, jantar pronto, todos comeram de se fartar e eu – of course – fui repetir (isso porque estou muito magra pra não dizer o contrário… rs). Minha sobrinha estava na cozinha e eu fui até o suposto saleiro colocar umas pitadinhas de sal no meu arroz….

– Tiaaaaaaaaaaa, isso daí é açúcar! O sal “tali”.

– Num brinca que isso é açúcar!?

– É tia, o sal é no outro pote.

Ops!!! Bem que eu achei o arroz meio doce e inclusive achei a água meio escurinha tipo caramelada. Quer dizer, fui burlar a feitura do arroz acrescentando mais um tantinho de sal e coloquei açúcar no lugar disso. Todo mundo comeu e achou ótimo, já que comida lá é sem sal mesmo.

Logicamente não contei nada, aliás, contei sim (não me seguro depois de uma crise de riso)… Mas não contei nada para a sogra que, ao final disse:

– Como eu queria saber fazer um arroz assim!!!

kkkkkkkkkk…

Eu eu quase falei que o segredo é colocar açúcar… rs. Fazer comida na cozinha dos outros é o ó!

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>Minha mãe é daquelas pessoas que adora deixar sua marca onde quer que vá. Eu não tinha notado isso tão claramente até o último Dia das Mães. Antes de eu vir morar aqui, sempre ia visitá-la neste dia… Agora chegou a sua vez de pegar a estrada e vir até mim. Pois bem!

Mãe é mãe e já traz em seu íntimo manias e surpresas nem sempre tão agradáveis, principalmente depois que os filhos se tornam adultos e continuam sendo tratados como crianças. Talvez eu faça o mesmo com o meu filho, é natural, mas há momentos que a gente fica numa saia justa tremenda quando nossa mãe age como se fôssemos seres indefesos e sem vontade própria.

Ela chegou com presentinhos simples, mas super carinhosos pra mim. Claro que adorei! Mas o maior presente, aquele que deixaria sua marca por alguns dias em minha casa, foi uma surpresa um tanto quanto fedorenta. Ela, juntamente com o meu pai, decidiram que o nosso almoço de domingo seria uma garoupa imensa com molho de camarão. Detalhe: sou alérgica a camarão desde criancinha. Quando senti aquele cheiro de peixe invadindo o meu ambiente, fiquei sem saber o que pensar. “Tudo bem”, pensei, “foi para me agradar”… mas a pergunta que não queria calar foi: “Ela não poderia ter me perguntado antes?”. E mãe pergunta alguma coisa? rs.

Passei o sábado inteiro pensando onde e como aquele peixe imenso seria cozido. Achei que fossem fazer grelhado na churrasqueira ou algo do tipo. Aí chegou o domingo. O dia amanheceu cinzento e chuvoso… um frio do cão. Minha mãe solicitou a minha companhia para um passeio pelo centro da cidade e, enquanto isso, meu pai prepararia o tal peixe para que, na volta, o almoço já estivesse pronto para ser servido. Saímos.

Na volta, assim que estacionei o carro na garagem já podia sentir aquele cheiro de dar inveja a qualquer vizinho. Um aroma convidativo regado à camarões. Abri a porta de casa e o odor invadiu meu ser. Como eu amo peixes e todos os tipos de frutos do mar, cheguei a salivar. Meu pai, sabiamente, fez a minha porção separada (sem o camarão) e eu achei fofo ele ter se lembrado da minha alergia e se preocupado comigo (como ele ia esquecer, né mesmo?). O coentro também não foi adicionado à receita, pois maridex não suporta. Eles estavam se saindo bem (até o momento) e cheios de boas intenções no preparo daquele almoço de confraternização. Mas a tal pergunta que cismava em rondar minha mente era: “Por que não me perguntaram sobre isso antes?”. Ah, lembrei, mãe não pergunta nada pros filhos mesmo! Ok.

No dia seguinte, TUDO na minha cozinha fedia a peixe. Simplesmente TUDO! Minha esponja de lavar louças, meus utensílios de plástico, meus panos de prato, minha colher de pau, minha tábua de carne… TUDINHO da Silva! A garoupa cheia de boas intenções exalava um odor nada agradável…

Eu cheguei a questioná-la a respeito antes do preparo do almoço e ouvi: “Para de palhaçada… você precisa comer peixe, você não faz peixe, se eu não fizer você não come… bla bla bla… você não mora mais em apartamento, abre a casa, o cheiro não vai ficar… bla bla bla…”. Resultado: um frio do cão (ela já tinha ido embora), as janelas todas abertas e o cheiro entranhado. Ah mãe, como eu pensei em você! Putz!!!! Faz mais isso não… rsrs. A grande sorte é que ela havia esquecido um vasilhame plástico imenso aqui da outra vez que veio e usou ele para temperar a tal garoupa… o estrago foi menor. Mas se ela usasse o vasilhame que nós utilizamos para preparar massas (pizzas, pães, etc.) nem sei, sabe? rs… Fabio teria uma síncope!

Mãe, o peixe estava uma delícia, mas ele fica muito mais gostoso quando preparado na sua cozinha! rs. Depois daquela garoupa imensa, este ano eu não preciso mais comer peixe, certo?

E não adianta que esta música do James Brown não sai da minha cabeça (modificada é claro… rs):

♫ “Garoupa”, get on up
“Garoupa”, get on up
Stay on the scene, like a sex machine… ♫

kkkkkkkkk!

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 Fazia um bom tempo que eu estava querendo muito esta pantufa. Exatamente esta! Um dos motivos é porque acho ela muito fofa e o outro é porque ela esquenta muito mais por ser estilo botinha.
Eu sempre procurava para comprar e quando achava estava sem dinheiro (rs), quando tava com dinheiro não tinha mais… enfim.

Eis que ontem o Fabio chega em casa com essa coisa mais fofa do mundo pra mim!! AMEIIIII! Ele se lembrou que eu queria exatamente esta e, como teve oportunidade, trouxe pra mim. Trouxe uma de bichinho pro Natan também e ele está todo prosa com a pantufa nova.

Fiquei igual a criança… hihihihihihihihihihihi. Que delícia colorida para deixar meus dias mais aquecidos e alegres. Eu fiquei até emocionada!!! Às vezes, uma besteirinha qualquer, um presente simples, faz tanta diferença na nossa vida que… afff! Sabe, não importa o valor, o que importa é a intenção.

Agora estou ainda mais colorida!!!

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Vó Maria era daquelas pessoas que dava gosto de conhecer. Já falei um pouco a respeito dela aqui no blog. Ela tinha uma alegria de viver e uma disposição que dava inveja a muita moça. Na realidade, acho que ela nunca deixou de ser criança! Muito sapeca e com um senso de humor incomparável, era impossível ficar triste ou não abrir um largo sorriso em sua companhia.

Vovó era uma apreciadora de cachimbos, este era o seu passatempo. Se sentava num banquinho no portão de sua casa e começava a pitar. Aquilo era um ritual tão sagrado para ela que passava horas ali raspando o fumo de rolo com um pequeno canivete, deixando-o cair em um vasilhame próprio para aquilo e depois que já havia juntado o suficiente, com seus dedinhos miúdos ela ia colocando pouco a pouco dentro de um dos seus cachimbos. Sim… ela tinha vários, mas sempre daqueles com formato reto, pois dizia que os sinuosos entupiam com facilidade. Eu adorava ficar ao seu lado enquanto ela estava concentrada fazendo aquilo e, obviamente, saía de lá com cheiro de fumo.

Um belo dia, não me lembro bem os motivos, o médico a proibiu de fumar seu cachimbo. Por mais que ela não tragasse o dito cujo, tentou negociar com o doutor (como ela se referia), mas ele foi irredutível e disse: “Dona Maria Lídia, a senhora seja boazinha e não fume mais cachimbo ou o que quer que seja… arrume outro passatempo!”. Vovó saiu de lá igual a um dragão velho, cuspindo fumaça e foi a primeira vez que a vi com um mau humor terrível, daqueles que obrigam a gente a sair de perto.

Com o tempo ela foi se acalmando e, inacreditavelmente, seguiu as ordens médicas. Teimosa do jeito que era, imaginei que ela fosse tentar fumar escondido. Se fez isso, foi nos primeiros dias, não sei. Depois ela contou que o “doutor” a tinha deixado, pelo menos, bebericar umas cervejinhas e, com isso, voltou a ser animada como antes. Mas as cervejinhas não poderiam ser tomadas todos os dias e ela sentia falta dos seus pitos vespertinos.

Não me lembro bem como começou, mas vovó passou a fazer fuxicos. Não sei se ela já sabia ou se alguém ensinou, ou vai ver que seguiu sua intuição. O que eu sei é que ela começou a colecionar retalhos. Vira e mexe alguém da vizinhança levava para ela sacolas e mais sacolas de pedacinhos de tecidos que não serviam mais pra nada. Vovó começou a recortar roupas velhas também. Não demorou muito, um dos cantos do seu pequeno quarto estava abarrotado de mil sacolas de supermercado.

Ela foi até a cozinha, pegou um copo de geléia, um pedaço de papelão de caixa de sapatos e um lápis… fez um molde, um círculo. Daí começou a separar todos os retalhos e recortá-los com todo o cuidado desse mundo baseado no tal molde. Agora as sacolas davam lugar a pilhas e mais pilhas de paninhos redondos, todos separados por cor, padronagem, tipo de tecido (sim, porque ela não rejeitava nenhum!). Logo chegou a vez da linha e a agulha entrarem em cena. Pacientemente, vovó ia pespontando os retalhos, um a um, até formar o fuxico.

Agora, seu quartinho tinha dois cantos reservados para a sua mais nova ocupação. De um lado as rodelinhas, do outro os fuxicos prontos. Fez milhares deles! Pensou que era o momento de uni-los e daí ela começou a separar os fuxiquinhos por cor para poder combiná-los da melhor maneira. Surgiram as primeiras almofadas que ela presenteava suas filhas e noras com muito carinho. Um bom tempo depois vieram as colchas de casal que também dava de presente. Vovó tinha as mãos tão delicadas que eu ficava com receio dela se furar com as agulhas. Obviamente, seus dedinhos ficaram calejados.

A partir daí, ficávamos sentadas no portão por horas e horas, em silêncio enquanto eu assistia ao ir e vir da agulha. Ela nunca me perguntou se eu queria experimentar, mas me deixava cortar algumas rodelinhas para ela. Eu entendia que aquilo era algo tão dela, que optava por não interferir no ritual, apenas a observada na maioria das vezes. Ela definitivamente não queria mais saber de pitar seu cachimbo!

Guardo em minha memória a última vez que vi vovó. Ela estava na varanda sentadinha em sua cadeira de praia preferida, fazendo um monte de fuxicos. Me disse que se transformariam em algumas almofadas em breve, mas eu não sei se ela teve tempo de finalizá-las. Esta é a cena que guardo com muito carinho em minha lembrança.

Essa colcha da foto foi presente dela para a minha mãe, sua nora mais querida (como ela mesma se referia e não escondia a preferência de ninguém). Faz um tempo que peguei a colcha para restaurar, pois alguns fuxicos se soltaram com o uso e com o tempo. Na verdade, minha mãe mesmo a ofereceu a mim por saber do meu apreço pelos trabalhos da vovó, já que na época eu era bem criança e não daria o valor devido às peças dela. Então, ganhei a colcha e uma almofada que está bem avariada. Deixei-as guardada por alguns anos e, hoje, finalmente decidi que era o momento de começar a restaurá-las.

Confesso que assim que abri a sacola e estiquei a colcha no quarto de hóspedes, senti vovó pertinho de mim… quase pude sentir seu perfume, ainda me lembro do tom da sua voz. Eu só sabia sorrir neste momento, aquele sorriso largo que todas as pessoas a ofertavam quando iam visitá-la. Fiquei profundamente emocionada! Imaginei as mãozinhas dela cosendo praticamente 2500 fuxicos para elaborar essa linda colcha e, em sua homenagem, estou confeccionando a minha própria porque todas as vezes que faço fuxicos as minhas mãos e o meu coração ficam aquecidos… Nesses momentos, sinto que tenho vó Maria ainda mais pertinho de mim.

Te admiro, vó! Você me fez entender um pouco do que eu sou hoje.

Com todo o meu amor…
Mizinha (era como você me chamava!)

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Estou em estado de graça e nem sei se vou conseguir organizar meus pensamentos para escrever algo com nexo. Vou tentar!

Quem acompanha meu blog tem visto fotos das nossas andanças por Teresópolis. Realmente, fomos muito lá no mês de janeiro. Alguns devem ter se perguntado que tanto a gente ia pra lá. Eis a resposta: estávamos procurando a nossa casinha feliz e após algumas visitas mal sucedidas, finalmente encontramos o nosso lar doce lar. Sendo assim, vamos nos mudar neste sábado a tarde.

Minha história com Teresópolis começou a cerca de 10 anos atrás, quando eu ainda estava na faculdade. Tive uma professora, hoje minha amiga do peito Liane (vocês viram os gatinhos dela num post passado), que verdadeiramente me apresentou à cidade quando organizou alguns encontros com alunos para estudarmos a fundo as orquídeas da Aranda. Eu simplesmente me apaixonei por aquilo tudo e ali senti que aquele era o meu lugar. Passei a frequentar a casa dela, tanto para visitas quanto para estudos de botânica. Terminei a faculdade e nossa amizade permaneceu tão sólida que, eu e meu marido fomos seus padrinhos de casamento. Desde então, temos tentado nos mudar pra lá. Por algum tempo insistimos, depois deixamos a idéia de lado e assim foi. Mas no início deste ano a vontade gritou dentro de nós e voltamos a procurar uma casinha que tivesse a nossa cara. No dia 30 de janeiro, finalmente achamos!

Nossa casa fica dentro de um vale cercada de verde por todos os lados. Temos galinheiro e espaço para os nossos cachorros que ainda estão lá no sítio onde nasceram nos esperando mudar. É uma típica casinha de campo com tudo o que precisamos para ser feliz… rsrs. Quero dizer, o espaço é perfeito para o nosso trabalho, nossos hobbies, nossos amigos, enfim…

Hoje tivemos a notícia que aguardávamos ansiosamente: “A casa é de vocês!” e num misto e euforia, cansaço, alívio, além do meu trabalho que preciso dar atenção ainda tenho que empacotar todas as nossas coisas para partirmos no sábado. Não vou ficar muito tempo sem vir aqui porque meu trabalho depende de acesso a internet, então, mandarei notícias.

Estamos muito felizes com essa conquista e, apesar de esperarmos isso por 10 anos, chegou no momento exato, perfeito.  Quando um sonho se realiza de forma tão fiel, renovamos a nossa esperança de que tudo o que queremos do fundo do coração é possível. Não adianta sonhar o sonho dos outros ou achar que o que é bom para alguém pode ser bom para nós. Todo mundo tem seu espaço, tem a chance de concretizar objetivos e, para isso, basta fazer sua parte, ter paciência para esperar o momento certo.

Eu quis muito uma casinha no campo e consegui! E Deus está lá em cima sorrindo para mim e, provavelmente dizendo: “ô criatura teimosa essa que eu mandei pra Terra!”… rsrsrs… Thank God!

Agradeço a todos que contribuiram para tornar o nosso sonho realidade. Aos que torceram, que sofreram a ansiedade junto conosco, aos que deram apoio de todas as formas… Aos meus amigos queridos que sempre estiveram ao nosso lado e estão tão felizes por nós quanto nós estamos.

Eu volto depois, pessoal!!!

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>Baby girl ♥

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São tantas emoções que esqueci de contar que o bebê da minha irmã é menina! Assim como ela queria e como meu sobrinho previu. O Pedro (3 anos) não só disse desde o início que queria uma menina como já tinha dado até o nome para ela. “Eu telo minina Tofia”.. rsrs.. Ele quis dizer “Sofia”! rs. Pedido concedido e chegou a vez dos questionamentos:
A mãe sentada com o barrigão de fora (neste calor eu imagino!) e o Pedro a observando ao longe. Ele veio se chegando, se chegando, deu um beijinho em “Sofia”, conversou com ela por alguns minutos e logo em seguida pegou seu dedinho e o colocou dentro do umbigo da mãe.
– Mãe, como foi que Sofia (agora ela já pronuncia direito! rs) conseguiu entrar na sua barriga por este buraquinho tão pequeno?
O que a mãe respondeu não sei ao certo… Mas, a pergunta que não queria calar foi lançada e despertou gargalhadas. Como o tempo passa tão rápido, daqui há alguns anos ele vai saber como! rsrs.

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>Favorite photo meme!

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Visitando o blog da Lúcia fiquei inspirada em participar deste Meme, já que ela deixou em aberto para quem quisesse fazê-lo. Chama-se: foto que emociona! Também deixo a disposição para as mamães que desejarem postar.
A minha foto foi tirada exatamente no dia 13 de setembro de 2006, quando o meu filho ainda tinha 5 aninhos de idade, no mês seguinte ele completou 6 anos. Me lembro bem deste dia! Eu o busquei na escola e ao chegar em casa ele me perguntou o seguinte: “Mãe, posso chupar o pirulito antes de tomar o meu banho?”… Antes de respondê-lo eu fiz “cosquinhas” na barriguinha dele como quem respondesse “sim”.
Ele nunca foi muito fã de fotos, agora aos 9 anos está pior… rsrsrs… quando era menor era mais fácil arrancar uma pose e/ou um sorriso. Mas é legal porque a maioria das fotos que tiro dele são espontâneas e estas são as minhas preferidas.
Nesta foto seus dentinhos ainda não haviam caído e ele ainda mostrava alguns traços de bebê. Não sei como ele era antes dos cinco anos, pois só o conheci nesta idade. Neste momento retratado havia pouquinho mais de seis meses que ele estava comigo, mas parece que sempre fez parte das nossas vidas. E, este é o principal motivo pelo qual esta foto me emociona.
Pronto.. tô com pingos nos olhos! rs

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