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Archive for the ‘Vida simples’ Category

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Minha vida simples em imagens…

O sol visitou ainda tímido. A inspiração chegou bem de mansinho. A primavera se exibiu radiante. E eu? Eu cliquei!!!

Boa quinta!

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Paciência é uma virtude de poucos. Apesar do meu jeito intenso, passional, exagerado de ser, o tempo me ajudou a construir alguns pilares de paciência.

Mas ser paciente não significa estar totalmente tranquilo o tempo todo. Quem dera fosse assim! Dá uma angústia, um aperto na alma, um desespero e a ansiedade de que tudo esteja do jeito que se quer naquele exato momento.

O desafio é aprender a esperar… é segurar o impulso alucinante que faz a gente ter vontade de sair correndo e pegar o primeiro foguete rumo ao espaço desconhecido. Como se lá fosse melhor do que o aqui e agora.

Ser paciente não significa que você seja Zen. Não significa que a pessoa esteja sentada num poltrona confortável esperando o momento certo ou a oportunidade bater à porta.

O verdadeiro “paciente” é aquele que consegue lidar todos os dias com suas emoções desenfreadas, com a sua ânsia pela conquista do que se quer e, neste meio tempo, consegue colocar em prática os projetos que suas mãos podem alcançar naquele momento.

A pessoa paciente sabe que o processo não pode parar e, por isso, usa as ferramentas que possui enquanto as novas não chegam.

Não… ser paciente não é ser passivo, muito menos acomodado. Os melhores jogadores de poker do mundo possuem uma paciência sem igual. Esperam que venham boas cartas em suas mãos para se garantirem no que têm e não na sorte do que virá na mesa. Eles precisam ter sangue frio para desistirem no momento certo e apostar alto quando conquistam um straight. Eles entendem que a probabilidade de um par de valor baixo ganhar o jogo é muito reduzida. Eles também não cantam vitória antes do tempo porque possuem um par de áses nas mãos. Às não ganha jogo! Dois áses nas mãos e o adversário exibe vitorioso uma trinca de duques. É de dar raiva a qualquer iniciante!
Alguns jogadores desistem de cara quando possuem um 2 e um 4 em suas mãos, por acharem que são cartas muito pequenas. Sentem que não têm chance. E ao desistirem, depois que a mesa vira, percebem que poderiam ter conquistado o pote recheado de fichas com uma sequência de às a 5 que só ele tinha!

Na vida, é muito parecido… reflita!

É preciso saber esperar e, enquanto se espera, o foco deve ser direcionado para outras coisas. Focar no tempo é alimentar a angústia. O tempo passa muito mais rápido quando ocupamos nossa mente com coisas legais, interessantes, positivas. Quando vemos… eba!… a hora chegou. Mas, o mais bacana de tudo, é olhar para trás e ver quantas pequenas coisas conquistamos durante essa espera. No momento em que recebemos aquele tão valioso “prêmio” que desejamos tanto teremos mais itens para somar.

Então, enquanto você espera o bolo assar, que tal arrumar a mesa, preparar café, suco, torradas, colocar as geléias nos potes coloridos, ligar para um amigo e convidá-lo para a sua companhia? É tempo mais do que suficiente para o bolo ficar pronto e você poder desfrutá-lo acompanhada de muitas coisas legais e um bate papo gostoso. Agora, imagina se ao colocar o bolo para assar, você sentasse na cadeira da cozinha e ficasse contando o tempo para que ele fique pronto?! Ia perder a chance de tomar um café da tarde divino!

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Vivo em um lugar abençoado. Uma das melhores coisas e decisão mais acertada que tive em todos os tempos foi me mudar com a minha família para cá. Minha casa parece estar localizada exatamente no centro do vale, com montanhas exuberantes onde a vegetação predominante é a Mata Atlântica. É uma área bem residencial e o refúgio de muitos veranistas.

No verão a temperatura que varia entre 17 e 30 graus centígrados e no inverno a temperatura oscila entre 5 e 18 graus. Temos apenas uma igreja católica, Nossa Senhora de Montserrat, dois centros comerciais, dois postos de gasolina e dois clubes.

Moro em uma rua sem saída que, na verdade, é chamada de estrada. Para chegar ao posto de gasolina mais próximo que também é um centro comercial, o percurso é de 1km mais ou menos. A estrada de asfalto apresenta curvas sinuosas, além de subidas e descidas. Em determinada altura é possível descobrir algumas residências bem dentro da mata fechada, assim como um riacho que corta parte da vegetação, mas que só é possível ouvir o barulhinho das águas bem próximas. As casas são lindas em sua maioria e possuem uma arquitetura bem diferenciada, a minha é bastante rústica, mais para o estilo casinha de fazenda. Uma das coisas que gosto bastante de observar são as plaquinhas com nomes que os moradores batizam suas casinhas felizes, tais como: “Amos Sublime”, “Solar da Paz”, “Nosso Paraíso”, entre outras. Ainda não escolhemos o nome da nossa… rs.

Pois bem, hoje fui levar meu filho até o ponto da van que o leva para a escola. Geralmente faço isso de carro, mas dessa vez optamos por ir a pé. O dia estava lindo (ainda está), com céu azul quase sem nuvens, temperatura agradável e saimos de casa 20 minutos antes do horário marcado. Coloquei uma roupa confortável, tênis e lá fomos nós papeando e admirando a paisagem.

Quando chegamos na parte da estrada que mais gosto (essa da foto acima), vimos uma sombra minúscula do ladinho esquerdo e logo essa sombra revelou nosso amiguinho esquilo, afoito, preocupado em ser visto. Paramos para ver a cena que acontecia a poucos metros de nós… ficamos imóveis e em silêncio. Nosso amiguinho serelepe olhou para um lado e para o outro e… zumpt… atravessou a rua e tentou subir na vegetação do outro lado. Foram duas tentativas, sendo que na primeira ele levou um baita escorregão que arrancou gargalhadas do meu filho e eu também não me contive. O esquilo fofo, mais que depressa, conseguiu escalar o barranco coberto de mato e sumiu por entre as árvores. Preciso ressaltar que não seria possível fotografá-lo!!! Humpf 😦

Aqui temos muito animaizinhos assim, mas nem sempre conseguimos vê-los porque geralmente andamos de carro. Além disso, nesta área que estamos não é muito fácil ver os esquilos. Creio que quem mora mais para dentro da mata tenha esse privilégio mais vezes.

Os esquilos têm hábitos diurnos, mas passam a maior parte do seu tempo sobre as árvores e só descem de lá para procurar comidinhas, pois tentam se preservar dos predadores. Ouvem muito bem e enxergam muito bem também, além de serem super ágeis. Sua cauda serve de equilíbrio para que possam pular de um galho para o outro. Como temos muitas araucárias por aqui, imagino que esta deva ser sua refeição principal.

A presença desses animaizinhos é um bom indicativo para sabermos o estado da mata, pois em uma floresta bem preservada a população de esquilos tende a ser pequena. Por que? A mata que tem uma população grande de esquilos mostra que os seus predadores estão em falta, como a jaguatirica, onça-pintada, gato-do-mato. Por esta razão fragmentos florestais pequenos podem ter inúmeros esquilos.

Então, voltando à nossa caminhada matutina, meu filho olhou pra mim e disse assim:

– Viu mãe? Viu o que a gente perde só andando de carro?

Mais uma vez a criança ensinando… rsrsrs… E ele tem toda razão! Se não estivéssemos a pé, não teríamos tido a oportunidade deste encontro feliz!

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Vó Maria era daquelas pessoas que dava gosto de conhecer. Já falei um pouco a respeito dela aqui no blog. Ela tinha uma alegria de viver e uma disposição que dava inveja a muita moça. Na realidade, acho que ela nunca deixou de ser criança! Muito sapeca e com um senso de humor incomparável, era impossível ficar triste ou não abrir um largo sorriso em sua companhia.

Vovó era uma apreciadora de cachimbos, este era o seu passatempo. Se sentava num banquinho no portão de sua casa e começava a pitar. Aquilo era um ritual tão sagrado para ela que passava horas ali raspando o fumo de rolo com um pequeno canivete, deixando-o cair em um vasilhame próprio para aquilo e depois que já havia juntado o suficiente, com seus dedinhos miúdos ela ia colocando pouco a pouco dentro de um dos seus cachimbos. Sim… ela tinha vários, mas sempre daqueles com formato reto, pois dizia que os sinuosos entupiam com facilidade. Eu adorava ficar ao seu lado enquanto ela estava concentrada fazendo aquilo e, obviamente, saía de lá com cheiro de fumo.

Um belo dia, não me lembro bem os motivos, o médico a proibiu de fumar seu cachimbo. Por mais que ela não tragasse o dito cujo, tentou negociar com o doutor (como ela se referia), mas ele foi irredutível e disse: “Dona Maria Lídia, a senhora seja boazinha e não fume mais cachimbo ou o que quer que seja… arrume outro passatempo!”. Vovó saiu de lá igual a um dragão velho, cuspindo fumaça e foi a primeira vez que a vi com um mau humor terrível, daqueles que obrigam a gente a sair de perto.

Com o tempo ela foi se acalmando e, inacreditavelmente, seguiu as ordens médicas. Teimosa do jeito que era, imaginei que ela fosse tentar fumar escondido. Se fez isso, foi nos primeiros dias, não sei. Depois ela contou que o “doutor” a tinha deixado, pelo menos, bebericar umas cervejinhas e, com isso, voltou a ser animada como antes. Mas as cervejinhas não poderiam ser tomadas todos os dias e ela sentia falta dos seus pitos vespertinos.

Não me lembro bem como começou, mas vovó passou a fazer fuxicos. Não sei se ela já sabia ou se alguém ensinou, ou vai ver que seguiu sua intuição. O que eu sei é que ela começou a colecionar retalhos. Vira e mexe alguém da vizinhança levava para ela sacolas e mais sacolas de pedacinhos de tecidos que não serviam mais pra nada. Vovó começou a recortar roupas velhas também. Não demorou muito, um dos cantos do seu pequeno quarto estava abarrotado de mil sacolas de supermercado.

Ela foi até a cozinha, pegou um copo de geléia, um pedaço de papelão de caixa de sapatos e um lápis… fez um molde, um círculo. Daí começou a separar todos os retalhos e recortá-los com todo o cuidado desse mundo baseado no tal molde. Agora as sacolas davam lugar a pilhas e mais pilhas de paninhos redondos, todos separados por cor, padronagem, tipo de tecido (sim, porque ela não rejeitava nenhum!). Logo chegou a vez da linha e a agulha entrarem em cena. Pacientemente, vovó ia pespontando os retalhos, um a um, até formar o fuxico.

Agora, seu quartinho tinha dois cantos reservados para a sua mais nova ocupação. De um lado as rodelinhas, do outro os fuxicos prontos. Fez milhares deles! Pensou que era o momento de uni-los e daí ela começou a separar os fuxiquinhos por cor para poder combiná-los da melhor maneira. Surgiram as primeiras almofadas que ela presenteava suas filhas e noras com muito carinho. Um bom tempo depois vieram as colchas de casal que também dava de presente. Vovó tinha as mãos tão delicadas que eu ficava com receio dela se furar com as agulhas. Obviamente, seus dedinhos ficaram calejados.

A partir daí, ficávamos sentadas no portão por horas e horas, em silêncio enquanto eu assistia ao ir e vir da agulha. Ela nunca me perguntou se eu queria experimentar, mas me deixava cortar algumas rodelinhas para ela. Eu entendia que aquilo era algo tão dela, que optava por não interferir no ritual, apenas a observada na maioria das vezes. Ela definitivamente não queria mais saber de pitar seu cachimbo!

Guardo em minha memória a última vez que vi vovó. Ela estava na varanda sentadinha em sua cadeira de praia preferida, fazendo um monte de fuxicos. Me disse que se transformariam em algumas almofadas em breve, mas eu não sei se ela teve tempo de finalizá-las. Esta é a cena que guardo com muito carinho em minha lembrança.

Essa colcha da foto foi presente dela para a minha mãe, sua nora mais querida (como ela mesma se referia e não escondia a preferência de ninguém). Faz um tempo que peguei a colcha para restaurar, pois alguns fuxicos se soltaram com o uso e com o tempo. Na verdade, minha mãe mesmo a ofereceu a mim por saber do meu apreço pelos trabalhos da vovó, já que na época eu era bem criança e não daria o valor devido às peças dela. Então, ganhei a colcha e uma almofada que está bem avariada. Deixei-as guardada por alguns anos e, hoje, finalmente decidi que era o momento de começar a restaurá-las.

Confesso que assim que abri a sacola e estiquei a colcha no quarto de hóspedes, senti vovó pertinho de mim… quase pude sentir seu perfume, ainda me lembro do tom da sua voz. Eu só sabia sorrir neste momento, aquele sorriso largo que todas as pessoas a ofertavam quando iam visitá-la. Fiquei profundamente emocionada! Imaginei as mãozinhas dela cosendo praticamente 2500 fuxicos para elaborar essa linda colcha e, em sua homenagem, estou confeccionando a minha própria porque todas as vezes que faço fuxicos as minhas mãos e o meu coração ficam aquecidos… Nesses momentos, sinto que tenho vó Maria ainda mais pertinho de mim.

Te admiro, vó! Você me fez entender um pouco do que eu sou hoje.

Com todo o meu amor…
Mizinha (era como você me chamava!)

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Tem um bom tempo que não saio em fotos! Acho que a auto-estima não anda lá essas coisas. Mas hoje resolvi “aparecer”, com os cabelos bem maiores que o de costume, a expressão cansada devido a um mês repleto de imprevistos e estresses. Não sei se continuo a mesma.

O dia hoje amanheceu bem bonito. Porém, creio que teremos chuva mais tarde, pois já se formam nuvens carregadas e o sol ainda insiste em aparecer. Daqui a pouco pagarei a estrada novamente…

O final de semana será de trabalho, muito trabalho.  Por isso desejo dedicar os sábados e domingos de Abril para passar mais tempo comigo e com a família. Por mais que eu esteja me matando de trabalhar, ainda não consegui organizar tudo 100%. O que me consola e me faz seguir em frente é a certeza de que fases complicadas passam e que logo poderei recuperar tudo isso. Tenho vivido um dia de cada vez e procurado resolver tudo o que posso em cada um deles.

Então, esta sou eu hoje! Louca para descobrir como estarei amanhã!

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>Hoje resolvi tirar um horinha para pedalar aqui pela rua de casa. Peguei a bike do Natan emprestada e relembrei os velhos tempos de adolescente quando eu não vivia sem uma. O passeio foi bem rápido, mesmo porque estou com meu tempo todo tomado, mas eu precisava respirar ar puro e admirar a natureza de perto. Queria ter ido mais longe, mas dessa vez não deu.

Pelo menos foi possível aliviar um pouco do estresse e me inspirar com o cenário. Quero poder fazer isso mais vezes e, na próxima, quero ir acompanhada fazendo caminhada mesmo, porque não posso exigir muito da minha forma física pedalando e encarando subidas e descidas. Preciso fazer isso aos poucos até recuperar o pique.

Então, apesar de poucos “clicks”, eis algumas cenas desta sexta-feira super agradável aqui na serra. Bom final de semana pra todo mundo!

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Procuro sempre fazer de cada momento o momento perfeito. Tombos podem machucar, mas em geral, arrancam boas risadas. Falando nisso lembrei da minha irmã que, não por maldade, mas não consegue presenciar alguém levando um tombo que cai na gargalhada. Ela não se aguenta! E eu não posso condená-la porque sou bem parecida neste sentido, embora faça tudo para me conter.

Falando nisso, sábado passado quando ela veio me visitar a levei para dar um passeio pelo centro da cidade. Ela queria comprar algumas coisinhas para a Sofia e ver novidades. Claro que houve um episódio onde uma moça cruzando nosso caminho e falando sem parar no celular, se desconcentrou e quase levou um baita tombo bem na nossa frente. A gargalhada foi instantânea. Aline olhou pra mim com os olhos escorrendo lágrimas de tanto rir, estava quase sem ar que precisamos parar um pouco até ela se recompor. Ainda mais estando com 6 meses de gravidez fiquei com medo dela mesma perder as forças e levar um tombo. Finalmente conseguimos chegar no carro e a criatura não parava de rir. Então perguntei qual era o motivo de tanta graça, afinal já tinha passado um bom tempo desde quando vimos a tal moça quase se estatelar no chão. A boba me respondeu que estava rindo era de mim, da cara que eu fiz quando vi a cena e que não podia mais olhar pra minha cara que se lembrava da situação. Pode um negócio desses??? hahahahahahaha. Daí tive que ficar alguns minutos dentro do carro antes de dar a partida até que eu parasse de gargalhar.

Fazia um tempo que não saíamos juntas assim, sozinhas, para bater perna e fazer compras. Claro que quem gastou dinheiro foi ela, mas fiz companhia e ajudei a escolher os vestidinhos e macacões para a Sofia que chegará no finzinho do outono. Aliás conseguimos encontrar bolsas lindas de bebê e eu escolhi uma rosa e uma lilás para os passeios que sobrinha Soffy vai fazer em breve. Mal posso esperar o momento de ver o rostinho dela que, mesmo dentro da barriga, já dá dicas de que vai ser levada da breca.

Já tem pouco mais de um mês que estou aqui e tantas coisas boas tem acontecido! As ruins quase que na mesma proporção, mas a gente vai tocando o barco, resolvendo uma coisa aqui outra ali de acordo com as possibilidades e procurando não depositar nossa energia nestes contratempos. A única atenção que dou para os problemas é a busca por soluções e procuro manter a calma. Este é o lado super bom de estar aqui, conseguir encarar as adversidades de frente sem perder o bom humor e não se deixar contagiar. Hoje mesmo eu estava pensando que se eu tivesse passando por este tanto de problemas morando em cidade grande, acho que já teria surtado.

Hoje o dia começou puxado. Acordei as 6 da manhã quando na verdade deveria ter levantado às 5, saí para levar o marido no ponto de ônibus, cuidei das meninas (cadelas), cuidei do gato, li as principais notícias no jornal, tomei um café bem forte e quase sem açucar, daqui a pouco começarei a preparar o almoço, verificar a água do radiador antes de pegar a estrada, levar filho no colégio, abastecer o carro, passar no mercado para comprinhas rápidas, voltar para casa, trabalhar até as 16:45, buscar filho no colégio, preparar o lanche da tarde, trabalhar mais um pouco até as 20:00, buscar o marido no ponto de ônibus por volta das 22:00, comer alguma coisa com a família reunida, trabalhar mais um pouco até meia-noite e dormir para começar tudo novamente no dia seguinte. Não inseri o item “lavar roupas” porque o tempo está péssimo pra isso! Não posso reclamar, pois todo este pacote faz parte da minha escolha e, embora cansada, faço tudo isso com o maior prazer do mundo, tirando o fato de acordar tão cedo (coisa que ainda estou me acostumando!). E, atualmente, o tempo que tenho conseguido tirar só pra mim, venho compartilhar com vocês aqui no blog.

Bom dia e boa quarta-feira!

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